New Old Game: Review Nes Remix Pack

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Devo admitir que nos últimos anos eu venho jogando bem menos do que costumava antes. Provavelmente parte disso se deve de fato, realmente, ao meu desinteresse pelos jogos do que pela falta de tempo.
Mas será que eu estou realmente perdendo a vontade de jogar? Me fiz essa pergunta várias vezes ao longo desse tempo, até que tive o prazer de jogar Nes Remix.

Uma gloriosa volta a uma gloriosa época de uma hoje não mais tão gloriosa empresa

Aqui começa uma “polêmica” aos jogadores das antigas ( que era a galera que mais costumava frequentar aqui ), a questão é: Aceite ou não, a Nintendo não é nem sombra do que ela já foi um dia.
Assim como a SEGA desistiu do mercado de hardware após uma sucessão de fracassos, a história nos mostra que todas as empresas, um dia chegam ao seu triste fim. Calma, não estou matando a Nintendo antes da hora, mas é inegável que a Nintendo cometeu uma série de erros, se achando em uma zona de conforto criada pelo sucesso esmagador do DS e do Wii. E que certamente se não tivesse dinheiro de sobra em seus cofres, teria se enfiado em um abismo total com o Wii U agora.

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Mario deve ter chegado a cogitar outro emprego caso a Nintendo quebrasse. Ou ao menos a fazer bico em outros consoles também.

Porém, como minha alma de “retro gamer” nunca descansa, eu acabei fazendo o inimaginável ( até mesmo por mim mesmo )…comprei um Wii U. Em partes por ter achado um usado já com vários jogos, o que me poupou de gastar uma fortuna com jogos como Mario Kart 8 e New Super Mario Bros, que já vieram com o console.
Nes Remix não veio nesse pacote, mas após ler algumas coisas sobre o jogo, me senti na necessidade de jogar aquilo. E é ai que volto onde parei anteriormente:
“Estaria eu perdendo a vontade de jogar?”…a resposta é NÃO. E eu descobri isso imediatamente após começar a jogar Nes Remix Pack, coletânea dos dois Nes Remix para Wii U.

Tudo de novo, pouco de novo, mas vale jogar tudo de novo

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Eu não me sinto exatamente como um velho resmungão daqueles que acham que “só antigamente era bom”. Obviamente, como esse site deixa bem claro em vários posts, não escondo minha preferência pelos jogos antigos, preferência a qual tenho até hoje. Mas me diverti com muitos jogos recentes também, como por exemplo a série Dark Souls, Bloodborne, Yakuza, Metal Gear Solid, Ni no Kuni, Witcher 3 entre outros jogos.
Porém poucas vezes passei mais do que 4 horas seguidas jogando…como fiz logo na primeira sessão de Nes Remix.
Conhecido no Japão como Famicom ( não preciso nem dizer né…nome do Nes/Nintendinho por lá ) Remix, e contando com dois jogos para o Wii U. O jogo recebeu uma versão “Ultimate” para o 3DS, que nada mais é, do que uma versão editada dos dois jogos, apenas com os desafios dos melhores jogos de ambas as edições do console caseiro. É boa…mas é chato terem cortado alguns jogos só por não serem muito populares.

A premissa aqui é praticamente a mesma de outro jogo da Nintendo, quem conhece Warioware vai se sentir “parcialmente” em casa, já que ambos os jogos são exatamente a mesma coisa. Uma enorme coletânea de micro games…dada as devidas diferenças obviamente, já que em Nes Remix todos os “micro games” são baseados em jogos reais do Nes, e não em coisas como, enfiar um dedo no nariz ou jogar meleca em um pedestre como na série do comedor de alho ( e personagem favorito da Nintendo para esse que vos escreve ) Wario.

Para quem está por fora e não entendeu muito bem, micro games foi um termo usado quando o primeiro jogo da série WariWare saiu para o Game Boy Advance em 2003. E consiste em mini games que bem…são curtos demais para serem chamados de “mini” exatamente, por isso o micro do nome. Geralmente mini games duram em torno de 2 a 3 minutos. Mas em WariWare, cada micro game tinha duração em torno de 5 segundos!
Nes Remix segue essa mesma idéia, mas ao invés de te dar exatamente pouco tempo, o jogo na maioria dos desafios dá ao jogador um tanto de vidas que devem ser usadas para completarem uma série de desafios. O pouco tempo aqui, tem efeito em quantos novos mini games e desafios você conseguirá abrir, quanto menos tempo usar para completar os desafios, mais estrelas ganhará no final, e mais mini games abrirá, logo, fazer tudo no menor tempo possível não é apenas encorajado, como necessário.

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Provavelmente quando alguns de vocês eram crianças, assim como eu, e os jogos não tinham exatamente tanto conteúdo extra assim, nem multiplayer online e garotos de seis anos de idade que faziam sexo com as mães alheias ou DLCs ( uugh ) para extender a vida útil deles; mas eram geralmente baseados na dificuldade para barrar o jogador de terminá-los muito rápido. Muitos criavam seus próprios desafios, fosse para se superar, ou para desafiar algum amigo. Por exemplo, em um jogo de luta, chegar ao último chefe sem usar continue. Ou o clássico, bater seu próprio record em algum jogo de corrida. Coisas como passar de uma área sem morrer, ou zerar o jogo sem usar continues, vencer um chefe sem perder energia, ou o clássico desafio do Mega Man “vencer todos os chefes só com a buster”, que consistia em não usar as armas que os chefes eram fracos contra.

Nes Remix é TOTALMENTE baseado nesse conceito. Parece até que a Nintendo sabia que as crianças faziam isso antigamente, mas demoraram pra botar a idéia em prática. Aqui fica meio obvio um “contra” do jogo. Já que certamente não é algo que irá apelar a nova geração, e provavelmente, nem mesmo a maioria das crianças de hoje. É algo que parece que foi criado como uma comemoração a uma prática de jogadores de antigamente, e que só os que faziam aquilo vão conseguir simpatizar e aproveitarem a experiência oferecida.

Muito conteúdo, porém incompleto

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O brilho “novo” do jogo está nos remixes, infelizmente, esses são minoria no título.

Sendo uma celebração aos desafios “auto-impostos” de antigamente, Nes Remix consegue prender acima de tudo, o jogador que tenha nostalgia e que REALMENTE tenha tido contato com aqueles jogos. Desafios como atravessar uma tela em The Legend of Zelda sem levar dano, ou fazer um “speedrun” de Mario com tempo extremamente limitado, eram coisas que nós costumávamos fazer, mas sem penalidades. Se não conseguíssemos, ok, era só deixar pra lá. Aqui todo o desafio é imposto pelo jogo e você não tem como ignorar, pois é justamente o FOCO da coisa.

Infelizmente, alguns desses desafios, não traz nada de muito novo, e ainda por cima são completamente bobos. Como por exemplo, apenas entrar na caverna e pegar a espada em The Legend of Zelda. Geralmente esses desafios são feitos em etapas, onde começam com algo totalmente superficial e bobo, até evoluir para algo um pouco mais complexo como limpar a tela de inimigos sem perder energia ou vencer um chefe com tempo limitado. Geralmente para cada desafio o jogo concede três vidas, a quantidade usada para completar os desafios dados não importa, mas o tempo gasto sim. Quanto mais cauteloso o jogador for, e mais tempo perder nos desafios ( isso naqueles que não exigem tempo contado ) menor será sua pontuação em estrelas ao final deles. Essas estrelas servem para abrir mais desafios, logo o jogo encoraja o jogador a fazer tudo o mais rápido possível. O que significa, geralmente, terminar uma sucessão de três ou quatro desafios em menos de 30 segundos, se quiser uma pontuação boa de 3 estrelas. Caso consiga fazer tudo em um tempo record, menor do que o estipulado, o jogo presenteia o jogador com pontos extras, que servem para abrir estampas que podem ser usadas em posts do Miiverse ( rede social da Nintendo ).

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Na versão para Wii U, até mesmo jogos menos conhecidos e lembrados, como Clu Clu Land, marcam presença.

A novidade, e o “creme” da coisa aqui, ficam por conta dos Remixes que dão nome ao título. Com alguns já disponíveis logo de cara, esses desafios consistem em geralmente adicionar uma mecânica nova aos jogos presentes no título, ou até mesmo em misturar os jogos!
Coisas como um speedrun “involuntário” de Super Mario Bros., onde o jogo mesmo fica constantemente fazendo o Mario correr a toda velocidade para frente, sobre várias pontes suspensas enquanto Big Berthas pulam de baixo para abocanhar o encanador, obrigando o jogador a calcular cada pulo com precisão cirurgica. Ou um simples “passeio” pela clássica 1-1 de Super Mario bros…só que dessa vez com o jogo todo “escuro”, com apenas as silhuetas do cenário, do Mario e dos inimigos visiveis, o que faz com que os personagens sumam constantemente ao passarem pelo cenário. Outras coisas como por exemplo, usar o Link de Zelda 2: Adventure of Link para quebrar todos os blocos e pegar as moedas em uma fase de Super Mario World. Ou fazer Mario proteger o Luigi em uma das telas de Mario Bros ( aquele de score attack, onde Mario e Luigi disputam no subterrâneo ) para que os koopas não o pegue, ou pilotar uma das motos de Excite Bike a noite, só com a iluminação dos faróis diateiros para enxergar os obstáculos. Completar uma tela de Donkey Kong ( o do Arcade ) com o Link de The Legend of Zelda ( que não consegue pular os barris que o gorilão arremessa ). Esses Remixes várias vezes incluem alguns efeitos gráficos a mais, como um céu em maior resolução com direito a sombras das plataformas e nuvens em Super Mario Bros.

Esses Remixes existem aos montes, e são divididos em várias categorias. Infelizmente, por maior que seja a quantidade de Remixes ( ainda mais se estiver jogando a versão Pack, que conta com ambos os jogos em um único disco ), você ainda estará, na maior parte do tempo, fazendo os desafios das versões comuns dos jogos. Onde, como já citei anteriormente, por mais divertidos que alguns sejam, não apresentam nada de novo, ou em muitos casos, nem desafios chegam a ser, de tão simples ( ao menos pra quem cresceu jogando esses jogos ).

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Super Mario Limbo.

O que deixa tudo mais triste, é ver a super proteção que a Nintendo tem com suas franquias, até mesmo com coisas totalmente esquecidas já pelo tempo, como é o caso de jogos como Pinball do Nes, Clu Clu Land e até mesmo Excite Bike.
Digo isso porque, apesar do foco serem os desafios, e desse ser obviamente o maior atrativo do jogo, nenhum dos títulos presentes estão completamente disponíveis para o jogador jogar até o final. No fim do dia, tudo ali, com exceção dos Remixes, não passam de pequenos pedaços cortados, de jogos completos.
Na versão para 3DS existe um modo Speed Mario Bros, que consiste em jogar o Super Mario Bros. original de NES em uma versão SUPER ACELERADA…acredite, não é tão divertido quanto pode parecer. A menos que sua idéia de diversão seja controlar um Mario numa velocidade de punheta regada a LSD…pode parecer uma boa idéia, MAS NÃO É!

Existe também um modo comemorativo do “Ano do Luigi” no segundo jogo para Wii U, que nada mais é do que o Super Mario Bros. original, só que dessa vez ao contrário, indo da direita para a esquerda, e com o Luigi, esse modo é mais divertido, em partes porque você ao menos consegue de fato CONTROLAR seu personagem…o que beira o impossível no modo Speed Mario do 3DS…
Mas também não passa de um Super Mario Bros., com o Mario pintado de verde ( desculpa Luigi, nunca gostei de você ) e andando pra trás, igual o Brasil.

Porém todos os demais jogos presentes nos desafios,  ( e acredite…HAJA JOGO!…É coisa para CARA…MBA! principalmente nas versões Ultimate e ainda mais juntando as duas de Wii U ) não tem maneira alguma de serem jogados em sua totalidade. Isso se deve, como citado anteriormente, em partes ao protecionismo que a Nintendo tem com suas franquias e pior ainda, com jogos já lançados a mais de 30 anos, e que podem ser fácilmente emulados em qualquer coisa com uma tela hoje em dia. E também ao fato dela certamente querer lucrar mais uns trocados nesses jogos em suas versões para Virtual Console no Wii U e 3DS.

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A Nintendo poderia ter sido mais generosa e ter dado os jogos completos no pacote. Ainda mais se contarmos que cada versão de Nes Remix foi vendida a 60 doletas, preço que vai muito além do que o jogo realmente vale. Mesmo diante de toda a diversão que pode proporcionar aos saudosistas.

No final do dia, após toda a diversão, fica aquele gostinho amargo na boca, de que tudo ali, tirando os Remixes, não passa de demos para te incentivar a comprar as versões completas disponíveis no e-shop. O que, para azar da Nintendo, não adianta muito, já que a galera certamente vai acabar emulando se quiser jogar qualquer um desses jogos por completo.
Os extras do jogo ficam por conta do modo Nintendo World Championships Remix, presente no segundo jogo caso também tenha o primeiro salvo no console ( ou a versão Pack ). Esse modo consiste em uma série de pequenos desafios em Super Mario Bros., Super Mario Bros. 3 e Dr.Mario. Esses desafios foram retirados de competições reais, criadas pela Nintendo nos EUA durante os anos 80 em eventos. Porém eles só conseguem segurar o jogador se você for um viciado em leaderboards, pois este modo conta seus pontos e coloca-os para competir com o de outros jogadores que também jogaram esse modo.

A falta do modo 3D na versão Ultimate para 3DS também não deixa de ser um desleixo da própria empresa que tanto marketeou o efeito no lançamento do 3DS e que fez questão de dizer o quanto o efeito está melhorado no novo modelo New 3DS. Ainda mais quando alguns de seus jogos de Nes já possuem versões 3D no e-shop. E os jogos 8bits são uns dos que ficam mais interessantes nesse modo, acredite.
A Nintendo devia começar a se preocupar menos com ficar atazanando quem faz gameplay de seus jogos no youtube e sim refinando melhor alguns de seus jogos, que realmente estão perdendo o brilho que tinham antigamente ( Paper Mario que o diga ).

Um pacote ( quase ) completo de nostalgia

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Apesar dos pesares, Nes Remix Pack conta com MUITO conteúdo no que diz respeito a títulos presentes. Obviamente que por questões contratuais não tem nada de Mega Man, Castlevania ou Contra, entre outras séries que fizeram sucesso no Nes, mas não são propriedades intelectuais da Nintendo. Tudo aqui, são títulos produzidos pela própria Nintendo, mas não significa que tenha pouca coisa.
O primeiro Nes Remix contém desafios baseados em: Donkey Kong, Donkey Kong Jr., Donkey Kong 3, Mario Bros., Super Mario Bros., , Wrecking Crew, The Legend of Zelda, Excitebike, Balloon Fight, Clu Clu Land, Pinball, Urban Champion, Baseball, Tennis, Ice Climber e Golf.
O segundo jogo tem desafios dos seguintes games: Ice Hockey, Wario’s Woods, Zelda II: The Adventure of Link, Super Mario Bros.: The Lost Levels, Super Mario Bros. 2, Super Mario Bros. 3, Dr. Mario, Kirby’s Adventure, Kid Icarus, Punch-Out!!, Metroid e NES Open Tournament Golf.

Dentre esses 28 jogos contidos na versão Pack de Nes Remix, tem coisa suficiente pra agradar todo mundo das antigas. Desde jogos de plataforma, até esporte e score attack. Porém fica ainda mais óbvio outro ponto baixo da coisa, quando jogos competitivos como os de esporte e score attack não estão completos e nem podem ser jogados em multiplayer. É ai que entra mais uma parte do desleixo da Nintendo para com os títulos. Custava um modo para desafios em multiplayer? Tanta coisa ali só é divertida assim, ou competindo, como é o caso de Ice Climbers, Baseball, Dr.Mario e Mario Bros. Que chega a ser triste a falta de atenção da Nintendo em ter ao menos dado algum modo de desafios multiplayer, ainda mais vindo da empresa que sempre disse dar atenção a essa parte e incentivar o multiplayer local.

Considerações finais

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Com o Wii U dando seus últimos suspiros com o novo Star Fox ( que não parece ser nada mais do que um remake de Star Fox 64 com controles bizarros ), o recém anúnciado mas já mal recepcionado pela fanbase, Paper Mario Color Splash e os infinitos adiamentos do Zelda Wii U ( que provavelmente, assim como Twilight Princess na época, terá uma versão para Wii U e NX em seu lançamento ); e com o novo console “NX” já a espreita. Nes Remix Pack não é motivo algum para alguém comprar um Wii U a essa altura do campeonato. Mas certamente é motivo suficiente para garantir a compra por parte dos saudosistas e nostalgicos jogadores da época como  nós, que já possuam o console.

A versão do jogo para 3DS apesar do “Ultimate” do título, acabou por retirar muitos dos jogos considerados mais “chatos” das versões caseiras, como é o caso de Pinball, Ice Hockey e etc. Apesar disso, a jogabilidade rápida e “dosada” do jogo, funciona muito bem no portátil, e certamente é um dos melhores jogos pra se jogar em filas ou no pouco intervalo do almoço do trabalho. Apesar dos cortes de alguns jogos, é uma boa alternativa pra quem quer um jogo muito divertido, rápido para qualquer ocasião, e não tem ou não deseja comprar um Wii U.
E agora com o futuro console, quem sabe a Nintendo não resolva investir em um “Super Nes Remix” contendo seus jogos de Super Nintendo? Remixes e desafios inspirados em Super Mario World, F-Zero, Star Fox, Pilotwings e Super Metroid com certeza seriam muito bem vindos. Só falta a boa vontade da não tão grande mais Big N.

Nes Remix Pack, para o Nintendo Wii U recebe um placar final de 7/10.

+ Prós: Grande variedade de jogos disponíveis. Remixes são uma forma nova de se jogar jogos antigos. Testa as habilidades dos jogadores de uma maneira que talvez muitos não tenham tentado antes.


– Contras: Apesar da enorme variedade de jogos, nenhum está disponível de modo completo para ser apreciado em seu todo. Remixes apesar de darem o nome e serem a atração principal do título, são minoria em comparação aos desafios comuns. Alguns desafios são tão bobos que fará o jogador se sentir um casul bebê. Falta de desafios multiplayer. Os jogos ainda apresentam os mesmos slowdowns das versões originais really Nintendo?!.

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4 respostas para New Old Game: Review Nes Remix Pack

  1. O Remix é aqueçle ataque aos nostalgicos, tem coisas legais até, mas não vale o preço não.

    • Tiago Steel disse:

      Realmente Alexsander, o preço é triste. Embora agora que tenha saído a versão Nintendo Selects do NES Remix, você consiga achar por menos de 100 R$ o jogo, como é a versão combo com o primeiro e o segundo, ficam mais em conta.
      Porém o preço ainda assim não é lá muito convidativo, mas é o melhor que pode-se achar no momento. Mas tenha em mente que quem tem um Wii U, também não tem lá muitas opções de jogos pra comprar né hahaha.

  2. Gamer Caduco disse:

    Rapaz, belo review! Voltou com tudo! \o/
    Também não sou dos resmungões e tenho jogado muita coisa recente, mas algo no fundo me faz ter a queda pelos antigos.
    Eu curti muito os dois NES Remix, também fiquei com a sensação de “WarioWare de NES” misturado com lance de Troféus/Conquistas (ou pelo menos eu gosto de acreditar que estes foram criados com o propósito de oferecerem desafios como os que a gente criava e ainda cria, não as coisas banalizadas/estúpida que muitas empresas oferecem em seus jogos).
    Os remixes são mesmo a cereja do bolo, bem criativos e divertidos.
    Lance dos jogos incompletos é uma tristeza mesmo, mas é o que vc falou: Virtual Console… eles querem lucrar, fazer o quê? Agradecer por existirem emuladores, talvez, pq 5 dolares em um jogo de NES é muita sacanagem conosco com o dólar caro… kkkkk
    Mas sabe que eu gosto que seja assim? Pessoalmente falando, claro. Digo isso pq acho legal fazer desafios de The Legend of Zelda, mas eu não consigo gostar do jogo completo, eu canso antes… rs
    Tá na hora de lançarem o 3 com jogos de third parties, podiam correr atrás das licenças!
    Chega, tagarelei demais! hehe

    • Tiago Steel disse:

      Pois é, uns anos atrás eu era bem mais resmungão, mas preferi abrir mais a mente pros jogos novos. Não que eu ainda ache que são melhores do que os antigos ( embora muitos obviamente sejam ) mas eu não tenho mais tanto preconceito quanto tinha quando adquiri meu primeiro XBOX 360 e me deparei com uma caralhada de shooter e etc. Passado um tempo e sabendo escolher melhor alguns títulos mais “modestos” passei a me divertir mais.
      Quanto aos jogos incompletos, eu realmente não acho que a Nintendo vá um dia criar uma coletânea decente de jogos dela, porque ela obviamente espera lucrar pelo VC. Uma pena, porque comprar os jogos “Pingados” assim, a 5$ não rola.

      Um desses com jogos de thirds seria maravilhoso. Pior que, impossível não é, se a Nintendo fosse atrás de Capcom, Konami, Namco e etc, elas com certeza davam um jeito disso acontecer, mas infelizmente, a Nintendo tem uma mentalidade muito “canibal” nessa parte, ela sempre foi egoísta com os lucros, não é agora que isso ia mudar.

      Mas se liga ai, tenho uma surpresa…logo mais pretendo fazer um review desses, bem “seguista”, do tipo que vai te agradar =P

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