Combo! Trash Bucket – Especial + Pérolas que não atravessaram o oceano: Clones obscuros de Pokémon

É com esta imagem um tanto quanto “paraguaia” que eu abro mais um Trash Bucket…ou seria um Especial devido ao tema…ou talvez um Pérolas que não atravessaram o oceano pois tem vários games que nunca viram a luz do dia aqui no ocidente ( e nem vão.. ) que indecisão! Então vamos juntar tudo em um post só afinal aqui tem um pouco de cada seção mesmo! Após ver esta singela imagem que ilustra o post em algum canto da internet eu me dei conta de uma coisa…o tanto de clones de Pokémon que conheço! Talvez vocês ainda não tenham percebido mas uma das coisas que mais gosto de fazer quanto o assunto são games é bisbilhotar alguns títulos japoneses que vez ou outra ganham uma tradução ou permanecem em sua língua natal mesmo, só por diversão e curiosidade. Mas também tenho uma certa curiosidade pelos famosos games “colecionaveis” gosto de apreciar o character design dos monstrinhos, robôs, cards e etc que infestam estes famosos “clones” de Pokémon. Durante estas minhas garimpadas involuntárias ao longo dos anos acabei por descobrir uma legião destes “seguidores” dos monstrinhos da Nintendo.
O que quero dividir com vocês agora é uma pequena lista dos que conheci e ainda me recordo até hoje, levem em conta que nada muito “mainstream” estará nesta lista então Digimon, Monster Rancher e Mega Man Battle Network não vão aparecer pois estes jogos não são obscuros ou limitados ao japão.
Sei que a comunidade retro gamer não é lá muito fã dos games de colecionaveis, eu entendo já que geralmente são games simples focados em produtos que só querem uma fatia do dinheiro dos pais de seus fãs baixinhos, mas ainda assim siga em frente pois vale pela curiosidade. Let’s Go!

1. Telefang

Começando nossa seção “Ataque dos clones” temos Telefang, muita gente deve ter tido contato com este aqui já que uma versão traduzida para o “engrish” era vendida como “Pokémon Diamond” para o Game Boy Color. Óbviamente que muita gurizada deve ter ficado puta da vida irritada ao se deparar com um game que não era necessariamente Pokémon e sim um clone japônes lançado por uma tal “Smilesoft”. Aos que conseguiram passar por cima deste “detalhe” encontraram um game parecido até demais com o dos monstrinhos de bolso mas que também tinha suas próprias idéias.

Se não olhar direito dá pra pensar que é Pokémon!...aliás até olhando bem ainda parece Pokémon!

Se não olhar direito dá pra pensar que é Pokémon!…aliás até olhando bem ainda parece Pokémon!

Aqui o jogador assume o papel de Shigeki um garoto que adora baseball, e que descobre um celular capaz de transportá-lo para outro mundo (?!) chamado mundo Denju. Este novo mundo ( ou dimensão whatever! ) é povoado pelas criaturas Pokémonicas denominadas Denju ( não me diga… ) e também por alguns humanos que sei lá raios como foram parar ali devido ao PÉSSIMO inglês da versão “bootleg” que joguei…bom o que importa é que aparentemente os humanos estão felizes ali afinal quem precisa de família e amigos quando estamos em um mundo cheio de monstrinhos genêricos não é mesmo? Após um curto bate papo descobrimos que estas criaturas Denjus podem ser chamadas através de celulares para disputarem rinhas semelhantes as de Pokémon.

Funciona assim, alguns monstrinhos derrotados pelo jogador resolvem ao final da luta dar seu número de celular para que o jogador o chame durante as batalhas e…hey, eu estou falando sério! Em Telefang anotar o telefone das gatinhas do shopping é coisa do passado, a onda é chegar para um tatu humanóide e dizer “e ai…qual teu número?”.
As batalhas seguem o esquema de Pokémon como esperado, após alguns lvls seu monstrinho ganha novos ataques, um elemento tem vantagem contra o outro e tudo mais. A trama até onde joguei era simplória ao extremo, algo como impedir um humano que pretendia usar toda a agua limpa da vila dos Denjus para fazer curry (WTF?!) Aparentemente a coisa engrossa mais pra frente, mas o péssimo inglês da versão que testei me fez parar após isso mesmo.

Telefang é um clone divertido de Pokémon, apesar de simples e bobo na maior parte do tempo, tem aquele “clima” de anime infantil dos anos 90…não sei explicar exatamente o por quê mas foi essa a impressão que tive. A premissa é um tanto tosca mas convenhamos…até que seria divertido ter um celular capaz de conjurar monstros, já pensou? Aquela sua namorada/esposa chata enchendo o saco pra saber onde você está e derepente você manda uma lagarta-monstro espinhenta pela linha.

And this is crazy, But here's my number, So call me, maybe?

And this is crazy, But here’s my number, So call me, maybe?


2.Network Boukenki Bugsite

Network Boukenki Bugsite é mais um clone estranho da série dos monstrinhos de bolso da Nintendo. Aqui o enredo lembra vagamente aquela série lançada anos depois pela Capcom para o Game Boy Advance, conhecida como “Mega Man Battle Network” ( Aquele caça níqueis com o nome de Mega Man… ). Pelo que consegui entender da versão “malemal traduzida o início” que joguei, no futuro existe um mundo virtual chamado Bugsite. Ele é acessível através de equipamentos de realidade virtual, nesse mundo vivem os monstrinhos conhecidos como “bugs” ( sério mesmo eles não parecem insetos, a única coisa que consigo imaginar é que sejam bugs de programa mesmo…). As pessoas que entram no mundo Bugsite podem usar essas criaturinhas para muitas coisas. Seu personagem  um garoto estudante comum ( orly? ) para variar, prefere usá-los em brigas de mascotes. É ai que vemos o complexo “briga de galo” de Pokémon entrando em jogo mais uma vez.

bugsite

Um dia esse garoto acaba entrando em Bugsite após ser acordado por um bug que o chamava do mundo virtual. Chegando lá ele faz amizade com o tal monstrinho e de resto já sabemos bem o que acontece. Network Boukenki Bugsite não é um game técnicamente mal feito, o que mais espanta é justamente seus gráficos muito belos para o padrão do Game Boy Color, com construções grandes e cenários panorâmicos e cores bem usadas. Já o tal mundo “bugsite” é totalmente maçante e repetitivo. Os monstrinhos lembram vagamento o visual dos Medabots e o que é mais estranho é que seu personagem pode equipar chips neles…como alguém consegue equipar algo sólido em um monstrinho criado de dados virtuais?…Bom deixa pra lá…

bugsite 2


3.Gachasta! Dino Device

Dino Device entra naquela onda de usar o esquema Pokémon mas envolvendo brinquedos. Na cidade virtual chamada Dino City ( sério mesmo, esses produtores conseguem me impressionar com suas criatividades ) várias crianças se reúnem para comprar seus Dinos, que nada mais são do que brindes que vem dentro daquelas maquininhas que existiam aos montes na nossa época lembram? Hoje em dia essas máquinas que contém bonecos ou chicletes ainda podem ser encontradas por ai em shoppings, mas no japão ( onde são chamadas de Gashapon ) elas sempre foram e sempre serão algo presente em tudo quanto é lugar. Talvez dai a inspiração…

"Compre aqui seu dinossaurinho brigão. Se sair um Braquiossauro não aceitamos devoluções."

“Compre aqui seu dinossaurinho brigão. Se sair um Braquiossauro não aceitamos devoluções.”

Em Dino City as crianças podem cuidar de seus dinossaurinhos e também usá-los para pancadaria…afinal, o que a criançada gosta mais do que isso não é mesmo? Pelo menos no japão parece que nada…
O jogo tem um sistema de batalha que puxa bastante para o estilo RPG estratégia, o que acaba por diferenciar este título dos demais.
Apenas por fator curiosidade, Dino Device foi criado pela mesma empresa que criou Medabots.

"Contra o que diabos estamos lutando mesmo?"

“Contra o que diabos estamos lutando mesmo?”


4.Kakutou Ryouri Densetsu Bistro Recipe

Sinceramente este acabou sendo o mais interessante dos clones que joguei, Kakutou Ryouri Densetsu Bistro Recipe foge de todas as regras conhecidas do sistema “batalha de monstrinhos”. Aqui os jogadores não usam monstrinhos parecidos com animais, nem brinquedos, programas de computador ou robôs. Em Bistro Recipe os monstrinhos são…comida! Isso mesmo…sério, isso vai além do que eu conseguiria imaginar…provavelmente se não tivesse conhecido esse jogo nunca essa idéia teria passado pela minha cabeça.

"O gato pudim tem uma óbvia desvantagem contra o monstrinho equipado com duas colheres."

“O gato pudim tem uma óbvia desvantagem contra o monstrinho equipado com duas colheres.”

O negócio em Bistro Recipe funciona da seguinte maneira, primeiro os treinadores de monstrinhos comida conhecidos como bistras devem cozinhar a comida e em seguida tocar nela com um card conhecido como recipe card. Após isso, o prato antes feito pelo bistra se transformará em um monstrinho comida conhecido como foodons. A partir dai é simples, leve seus foodons através do mundo batalhando e evoluindo contra os foodons de outros bistras.

A jogabilidade é simples, com um mapa linear que leva o jogador de ponto em ponto através das batalhas, o que acaba por tirar o fator exploração do game. O jogo tem forte ênfase no uso de menus ( o que atrapalha e MUITO quem não manja de japônes ) e as batalhas são típicamente rpgisticas, com os monstrinhos trocando golpes por turnos. A única coisa diferente aqui é que o jogador pode atirar ingredientes em seus monstrinhos para dar power ups, ou contra os monstrinhos inimigos para causar status negativos. Infelizmente as lutas não são animadas o que tira ainda mais um pouco da graça do jogo. Os gráficos são bem feitos e os desenhos tanto de personagens quanto dos monstrinhos ficam muito bonitos na tela do GBC.

Para mim o trunfo deste jogo é justamente sua idéia mirabolante de luta com comida, o character design dos monstrinhos é muito criativo e divertido e faz você querer conhecer todos e ver quais comidas dão origem a o quê. Com certeza o ponto alto do jogo. Por curiosidade o anime ( sim teve um anime! ) do jogo foi lançado nos EUA com o nome de Fighting Foodons. Ai sim, fomos surpreendidos novamente…

"Aquela sua tia chata sempre dizia que é errado brincar com a comida né? Mas não dizia nada sobre usar ela para criar monstrinhos briguentos..."

“Aquela sua tia chata sempre dizia que é errado brincar com a comida né? Mas não dizia nada sobre usar ela para criar monstrinhos briguentos…”


5.Monster Race Okawari

Com certeza Monster Race Okawari não ganha nenhum prêmio por criatividade. O jogo bebe diretamente na fonte de Pokémon sem ter vergonha alguma disso, os gráficos são parecidos, os personagens também lembram o da série de Pikachu e companhia e até mesmo o esquema de andar no matinho para encontrar novos monstrinhos foi mantido aqui.

A diferença é que em Monster Race Okawari, como o próprio título deixa dito, os “treinadores” competem colocando as criaturinhas para apostar corridas. E acredite, muitas destas corridas seriam totalmente injustas como por exemplo uma cobra contra um rinoceronte, ou um porquinho contra algum ser alado…isso mesmo ALADO. Não sei como os produtores conseguiram balancear isso, mas é estranho ver uma tartaruga  ganhar uma corrida contra um dragão só por ter mais lvl.

"Pior que ainda teve continuações!"

“Pior que ainda teve continuações!”

Não sei nada sobre a estória do jogo, e provavelmente nunca saberei tendo em vista que dos clones de Pokémon esse para o Game Boy é um da qual o povo aqui no ocidente da menos atenção. Talvez o fato do jogo ser extremamente genêrico, com um modo de jogo sem sal e monstrinhos completamente sem inspiração seja o culpado disso.
O jogo teve uma sequência lançada poucos anos atrás para Nintendo DS, e por íncrivel que pareça o game saiu no ocidente. As vezes o mundo não cansa de nos surpreender.

"Eu juro que não é Pokémon."

“Eu juro que não é Pokémon.”

6.Robopon

Robopon foi lançado para o Game Boy Color tanto no japão quanto no ocidente, lançado em várias versões como a série dos mostrinhos de bolso onde certos robôs só existiam em devidas versões. O fato engraçado é que no ocidente só uma das versões foi lançada, o que faz com que qualquer um que jogue o jogo desse lado do mundo não consiga completar a coleção com todos os robozinhos. Outro fato curioso é que Robopon foi lançado inteiramente colorido para o Game Boy Color, bem antes da série Pokémon deixar de ser monocromática.

Na estória mirabolante do jogo o jogador é um garoto de dez anos de idade que vira presidente da companhia de seu avô. Como se deixar uma criança de apenas dez anos no encargo de uma grande empresa fosse algo super comum…
Deixando isso de lado, tem um agravante ainda pior, a companhia esta a beira da falência e cabe ao pequeno garotinho tirar ela do buraco. Que porra de enredo é esse pelo amor de Deus!? Até mesmo em coma alcoólico eu teria bolado algo melhor que isso!

Robopon_GBC

A partir dai o jogador sai em uma grande aventura para juntar dinheiro e tirar a empresa de seu avô do vermelho, tudo regado a muita captura de robozinhos. Aliás o jogador tem que gastar tanta grana para dar upgrades nos robôs do jogo que nunca conseguiria recuperar o rombo financeiro da empresa de seu avô. De fato até onde consegui jogar, esse “pano de fundo” acaba até sumindo da estória mesmo. Os robozinhos são carismáticos e com  um character design legal, porém totalmente infantilizados. Robopon acaba por parecer uma espécie de primo mais novo da série Medabots.

"Com toda certeza o melhor de todos é o robô privada rosa. Nunca esqueça de carregá-lo no grupo quando precisar viajar para um local muito distante após aquela feijoada de domingo..."

“Com toda certeza o melhor de todos é o robô privada rosa. Nunca esqueça de carregá-lo no grupo quando precisar viajar para um local muito distante após aquela feijoada de domingo…”

7.Shin Megami Tensei: Devil Children ( Demikids )

Ah, até mesmo Shin Megami Tensei ( que tem o trunfo de ter usado o sistema de “monstros” controlados pelo jogador bem antes de Pokémon ) resolveu abocanhar uma fatia desse novo “mercado” que surgia no japão. Assim sendo nasceu Shin Megami Tensei Devil Children, onde criancinhas usam seus demônios mascotes para a mesma finalidade de Ash e sua turma, brigas. No japão pode parecer normal, mas no ocidente onde até mesmo a série Yu-Gi-Oh foi taxada de demôniaca o que esperar de uma série onde crianças usam demônios própriamente ditos para brigas de galo?

devil children

Talvez por este motivo a série só tenha chegado ao ocidente no Game Boy Advance onde foi renomeada apenas de Demikids. A estória do jogo gira em torno da aventura das crianças pelo mundo Makai, velho conhecido da série Shin Megami Tensei/Persona. Enquanto batalham com seus demônios e usam o sistema de negociação típico da série para convencer novos demônios a se juntarem ao seu grupo.

O diferencial é que o jogo lançado em duas versões não só continha monstrinhos ( demônios ) diferentes em cada uma delas como os personagens eram diferentes. Uma das versões era jogada com o garoto enquanto a outra com uma garota. Os demônios clássicos da série Shin Megami Tensei receberam um toque infantil sendo transformados em monstrinhos bonitinhos e meigos. A série aparentemente teve boa recepção no japão rendendo duas temporadas em anime e manga. Os gráficos das versões para GBA contém sprites grandes e bem definidos para os demôniozinhos.
Talvez seja mais interessanse se você já for fã da franquia.

"Derepente os demônios da série não parecem assim tão assustadores."

“De repente os demônios da série não parecem assim tão assustadores.”

8.Animastar

Uma espécie de cópia de Monster Race que por sí só já era uma cópia de Pokémon…é da pra imaginar que este não é o caso de um jogo lá muito criativo.
Anismastar é o mais desconhecido de todos os jogos que resolvi citar nesse post, até onde consegui entender do jogo é um simulador de corrida de monstrinhos, mais focado no treino o que acaba por parecer uma estranha mistura de Pokémon + Monster Rancher + Aqueles games de corrida de cavalo japoneses.

"Pelo porte físico esse deve ser um ótimo corredor."

“Pelo porte físico esse deve ser um ótimo corredor.”

Infelizmente isso é praticamente tudo que sei sobre esta série, sim série…já que Animastar teve uma continuação para o finado Dreamcast. O jogo é praticamente a mesma coisa da primeira versão para Game Boy Color com a adição de que agora está em 3D, o que deixa a corrida de monstros algo totalmente desengonçado…
Junte a isso um visual genêrico e você terá um jogo que malemal consegue ser mediano…e isso por que estou sendo legal.

"Espere só até ver "isso" em movimento..."

“Espere só até ver “isso” em movimento…”

Finalizando…

O sucesso da série Pokémon ao redor do mundo foi algo que teve grande impacto no mundo dos games. No japão como podemos ver a coisa foi em escalas astronômicas…muitos games derivados da fôrmula dos monstrinhos surgiam do dia para a noite e com certeza a criançada nipônica tinha mais jogos disponíveis do que tempo para jogar todos.
Muitas destas “cópias” geraram games interessantes e divertidos assim como subprodutos envolvendo anime, manga e brinquedos é o caso de Digimon, Monster Rancher, Medabots. Mas eu sempre preferi ir atrás dos mais undergrounds mesmo. Espero que tenham gostado da lista que consegui reunir para vocês…com certeza ainda existem alguns jogos como estes perdidos por ai. Se lembrarem de mais algum que seja realmente desconhecido deixem nos comentários abaixo. See ya!

bistro icon

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5 respostas para Combo! Trash Bucket – Especial + Pérolas que não atravessaram o oceano: Clones obscuros de Pokémon

  1. mas uma matéria hein Tiago?

    cara, quanto jogo que imita pokémon!!!! e eu achando que Digimon os copiava na cara dura…desses acho que só gostei mais ou menos desse Robopon, mas só porque os bichos parecem robôs,e do Kakutou Ryori. e eu ia reclamar que você falou de Shin Megami Tensei, mas realmente Demikids é muito infantil e lembra os monstrinhos de bolso mesmo. mas ainda sim acho um Baby Frost mais fofinho que um Pichu. e a foto do inicio do post…existe mesmo uma mistura entre Digimon e Pokémon? mas é muita falta de criatividade desses japoneses, tudo bem que o jogo do Ash e Pikachu vende horrores até hoje. se fosse influenciado, beleza. mas copiar? o Monster Race nem ao menos tentou disfarçar.

    mas valeu a matéria. eu vou até pegar um desses só de curiosidade. hehehhe

    • Tiago Steel disse:

      E ai Leandro tranquilo velho? x)
      Pois é…jogo imitando Pokémon é o que não faltava na época ( e até hoje em dia mesmo ) alguns eram até divertidos como eu disse no post mas outros…
      Robopon é um joguinho legal, o que é tosco é o enredo sem pé nem cabeça que deram pra ele…ficou algo totalmente nonsense! Já o Kakutou Ryori Bistro Recipe eu curti, principalmente pelo character design envolvendo comida e tal, ficou muito criativo…mas ai o jogo é totalmente linear, e ainda em japônes…a graça de jogar vai caindo pouco a pouco. Shin Megami Tensei como eu disse tem uma vantagem sobre Pokémon…ele já usava essa fôrmula de ter monstros ( demônios ) no grupo para lutarem bem antes de Pokém sonhar em nascer. Mas Demikids não deixa de ser uma espécie de cópia também.
      Quanto a foto do ínicio, sei lá o que é aquilo cara…uma mistura de Pokémon com Digimon…não é nada oficial isso eu te garanto!…agora fico na dúvida se foi uma imagem criada com propósito de ser zuada…ou aquelas estampas escrotas de mochilas de 1,99 que a gente vira e mexe vê por ai com o Batman escrito em cima “Homem Aranha” XD

  2. Marcelo_SB disse:

    E aê Tiago blz? Caramba meu irmão quanto plágio no mundo dos games hein? E se for fuçar por aí tenho certeza que a lista não acaba tão cedo. Muito bom este seu post to até agora rindo do gato pudim kkkkkkk haja imaginação, só os japas mesmo. Um abraço velho.

    • Tiago Steel disse:

      E ai Marcelo beleza cara?
      Pois é meu velho, plágio é o quê não falta nesse mundo e nos games não poderia ficar de fora né…aliás isso existe nos games bem antes de Pokémon nascer mesmo XD
      Mas se você olhar bem, alguns destes games que eu citei até que foram bem criativos…eu gostei de alguns, infelizmente a grande maioria fica só no japão mesmo então complica entender o jogo…quanto mais ir muito adiante.
      E com certeza se procurar essa lista não tem fim mesmo, sairam muitos clones de Pokémon a torto e a direito no japão.
      Que bom que curtiu mais este post velho, abração!

  3. Wellington disse:

    Desses só joguei Gachasta. Até que era legal, mas eu era criança e não entendia nada do jogo xD .

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