Pérolas que não atravessaram o oceano: 6 Laplace no Ma

Olá novamente á todos os frequentadores do Retro Journey, hoje gostaria de lhes apresentar mais uma pérola que infelizmente não viu a luz do dia aqui no ocidente. Uma das coisas que mais corta o coração dos retro gamers com certeza é olhar para trás e ver quantos titúlos excelentes ficaram apenas no japão, em sua totalidade RPG’s que provavelmente não cairiam nas graças do mercado americano/europeu por serem algo diferente ou complicado demais para a mentalidade dos jovens jogadores da época, um destes jogos com certeza é Laplace no Ma,  um RPG com um toque mais contemporâneo e bem macabro que provavelmente ficou de fora do mercado ocidental devido ao seu enredo forte e jogabilidade complicada, ficando lado a lado com Shin Megami Tensei que provavelmente não aportou no ocidente durante a época dos 16 bits por estes mesmos motivos. Então pegue suas armas, engula seco e reúna toda sua coragem para adentrar comigo o aterrorizante mundo de Laplace no Ma, e quem ficar por último fecha a porta!


O demônio de Laplace

Lançado inicialmente ( e bota inicialmente nisso! ) em 1987 pela Vic Tokai, para NEC PC-8801 e 9801, e somente alguns anos depois portado para o TurboGrafx CD e o Snes ( Super Famicom no caso ) em 1995 no japão Laplace no Ma, ou traduzindo: Laplace’s Demon, é uma mistura de RPG com “Survival Horror” e aparentemente bebe na mesma fonte de outro clássico exclusivo do japão ( o qual pretendo falar em breve aqui no blog ) Sweet Home, conhecido por ser o primeiro Survival Horror a ser lançado, isso óbviamente considerando as limitações do antigo Famicom.
Laplace no Ma começa com uma  intro “animada” narrando o misterioso assassinato de dois garotos que adentraram uma velha mansão nos arredores da cidade de Newcam, Massachusetts e então foram brutalmente assassinados ( provavelmente a avó deles deve ter dito para não irem, mas pirralho é teimoso ) para completar o mistério uma garota que havia seguido os dois bisbilhoteiros foi dada como desaparecida dentro da mansão ( desgraça pouca é bobagem em histórias de terror né ), logo descobrimos que o protagonista controlado pelo jogador é um investigador que assim como outros antes dele veio tentar desvendar o mistério da mansão, só tem um pequeno problema…os anteriores todos foram mortos! Provando então que protagonista de RPG não tem medo da morte nem de clichês, nosso herói resolve adentrar a velha mansão assombrada, é ai que o game começa.

Vista aérea da cidade de Newcam, onde o game se desenrola. Bons detetives sempre tiram férias em cidades que tenham ao menos uma mansão assombrada.

Vista aérea da cidade de Newcam, onde o game se desenrola.
Bons detetives sempre tiram férias em cidades que tenham ao menos uma mansão assombrada.

RPG de Enfarto

Tradução livre: Professor Carvalho quer saber: Are you a boy or a girl?

Tradução livre: Professor Carvalho quer saber: Are you a boy or a girl?

O game começa dando ao jogador a clássica escolha de sexos onde você decide jogar com um investigador que mais parece um moleque recém saído do colégio, ou com uma garotinha bonitinha de anime…ótimas escolhas para se encarar uma mansão onde um assassino cruel e seres demôniacos residem diga-se de passagem.
Á partir dai devemos então selecionar a classe do personagem que vai desde detetives aqui fazendo papel do que seria um warrior nos rpg’s medievais, o medium que é o equivalente á um mago podendo usar poderes mágicos psiquicos (?) um cientista que possui uma estranha máquina que pode ir sendo customizada no decorrer do jogo conforme o jogador encontrar as peças e consegue até mesmo “machucar” seres invencíveis como fantasmas ( I ain’t afraid of no ghost yeah yeah yeah yeah!!! ) e também um jornalista que…não faz PORRA nenhuma …igualzinho aqueles da rede Globo.
Brincadeiras á parte, o jornalista é a única fonte de dinheiro do jogo todo, tendo em vista que os inimigos não carregam dinheiro…fala sério por que um demônio carregaria grana? o esquema é o seguinte, mesmo que não possa atacar se equipado com uma câmera e também um rolo de filmes, o jornalista pode tirar fotos dos monstros encontrados no decorrer do jogo e então vende-las ao dono de um hotel da cidade em troca de uma graninha…por que o cara compra tanta foto de demônios eu não sei, mas julgando pelo fato do jogo ser japônes eu não negaria algum fetiche, de qualquer maneira não é uma boa idéia escolher esta como a classe do protagonista tendo em vista que os jornalistas não atacam e apenas se limitam á tirar as fotos sendo úteis apenas quando o jogador precisar juntar dinheiro.
Porém após começar o jogo é possivel interagir com outros NPC’s no bar da cidade que correspondem á cada uma das classes restantes sendo possível selecionar três dos mesmos para seu grupo, os que ficarem para trás podem ser trocados pelos já presentes no grupo do jogador á qualquer momento no hotel possibilitando moldar seu grupo como bem entender. A jogabilidade é dividida entre cidade e mansão, na cidade o jogador pode através de uma imagem estática escolher onde quer visitar, sendo os locais a disposição o Hotel onde se recupera o HP e salvamos o jogo ( além de vender as fotos ), um hospital, o bar da cidade, a biblioteca e uma loja de conveniências realmente bem conveniente onde podemos encontrar desde pistolas e armas brancas até kits de primeiro socorros, bem á esquerda da cidade está a famigerada mansão assombrada onde a ação do game acontece.

No hotel quem bobear fica sem cama!

Isso que é o que podemos chamar de “quarto simples”

Exorcisando na base da pancada!

"Um zumbi aparece, o que deseja fazer? Primeira opção - Dar chilique"

“Um zumbi aparece, o que deseja fazer? Primeira opção – Dar chilique”

O game todo se desenrola praticamente na mansão, sendo que a cidade costuma ser útil apenas para salvar, recuperar o grupo e pegar algumas missões que devem ser cumpridas dentro da mansão.
A primeira coisa que qualquer jogador nota ao adentrar a velha mansão assombrada e ir se aventurando é que a mesma é ENORME…provavelmente bem maior do que realmente aparenta ser na ilustração o que é quase que uma regra dos RPG’s…locais com o interior bem maior que o exterior, isso acaba sendo uma faca de dois gumes pois ao mesmo tempo que temos uma grande área a ser explorada, também iremos sofrer muito com o famoso ( e também odioso em alguns casos… ) backtracking em alguns momentos ter que ficar voltando por todo o caminho pode ser algo mais assustador do que o próprio game tendo em vista a dificuldade um tanto sádica do jogo. A mansão é um local divertido de se explorar ainda mais quando temos algumas quests pegas na cidade, a exploração recompensa o jogador com alguns ítens e também dinheiro mas infelizmente as batalhas contra os inimigos do game costumam dar muito pouco experiência ( e a coisa fica ainda mais azeda quando esse pouco é dividido por todo o grupo )…e é ai que as quests entram, já que dão MUITO mais experiência do que simplesmente sair batalhando os inimigos á torto e a direito, infelizmente em sua grande maioria as quests costumam ser bobas ou completamente irrelevantes e também é fácil se perder enquanto tenta cumpri-las, porém ressaltando mais uma vez…é o único modo de ganhar experiência mais rapidamente. Como em todo RPG clássico subir de LVL garante ao grupo um aumento em seus status, outra alternativa para gastar seus pontos de experiência é indo até o spirit dojo na cidade onde é possivel aumentar alguns atributos de batalha como Heal, Gun, etc.

Os personagens do jogo tem um ar meio "H.P. Lovecraft"

Os personagens do jogo tem um ar meio “H.P. Lovecraft”

Já o sistema de batalha de Laplace no Ma é ao mesmo tempo que simples, diferente e até mesmo frustrante em alguns aspectos, a primeira coisa que o jogador percebe é que ao adentrar uma luta existem três opções fight, talk e run, a primeira óbviamente é começar a pancadaria com os inimigos, já a segunda ( que lembra uma mecânica usada na série Shin Megami Tensei ) serve para falar com os monstros, se por acaso eles decidirem ser legais darão alguma pista ao jogador ou uma dica sobre a mansão, já a terceira é última nem precisa de explicação, serve pra quando o jogador decidi que vai dar uma de “turma do Scooby Doo” e sair correndo dos monstrengos.
Outro fato interessante é que nesse game seu MP ( aqui chamado de Mental Points já que as magias são poderes psiquicos ) tem um papel muito importante…manter a sanidade dos personagens…EXATAMENTE! Um medidor de sanidade em um RPG de 1995…beeem antes do aclamado Eternal Darkness de Game Cube. Como em todo RPG o MP é gasto ao utilizar técnicas especiais, mas em Laplace no Ma ele também decai quando o grupo é surpreendido por monstros ou quando encontram alguma armadilha espalhada pela mansão…e acredite existem muitas. Quando o MP de um personagem chega a 0, ele entra em um estado de alucinação e não pode mais ser controlado pelo jogador, seus ataques ficam muito mais poderosos porém o jogador nunca sabe se vão atacar os monstros, alguém do grupo ou simplesmente fugir da batalha, existe também uma espécie de golpe especial como os famosos Limit Breaks da série Final Fantasy, que são ativados após seus personagens apanharem demais. O restante do sistema de batalha funciona normalmente como em outros RPG’s exceto que em Laplace no Ma os inimigos costumam desviar muito mais de seus golpes do que em outros RPG’s o que as vezes torna certas batalhas cansativas demais. Estar sempre pronto para explorar a mansão é essencial, já que é complicado voltar para reabastecer o grupo quando se está em algum andar avançado da mansão, sempre deve-se comprar muitos ítens de recuperar MP e também kits médicos que neste jogo são uma piada de tão pouco que recuperam seus personagens, balas também nunca podem faltar se alguem do grupo usar uma pistola assim como rolos de filmes para os jornalistas.

Depois de tanto encontrar assombração, nada como um Happy Hour no buteco da cidade.

Depois de tanto encontrar assombração, nada como um Happy Hour no buteco da cidade.

A mansão do Mallandro…Rá!

Vem cá pra porta dos desesperados, Rá!!!

Vem cá pra porta dos desesperados, Rá!!!

Uma coisa que o jogador que se aventurar pela mansão assombrada de Laplace no Ma deve ter em mente é NENHUM lugar é seguro! Os criadores do game aparentemente em um ataque de sadismo japônes ( redundância? ) decidiram que uma mansão assombrada deve ter armadilhas e monstros espalhados até dentro de xícaras de chá. Isso é divertido ás vezes pois mostra que tentaram deixar as coisas mais intensas porém é complicado fuçar em uma estante e ao invés de achar um livro ser surpreendido por dois esqueletos que sabe-se lá diabos como estavam ali. Isso é algo que se estende do começo ao fim do game, chega uma hora onde o jogador provavelmente não sabe se resolve fuçar em uma mesa ou gaveta a procura de um ítem ou deixa pra lá com medo de que saia um zumbi dali de dentro. Algumas armadilhas e eventos podem ser evitados ou anulados com o ítem correto, inclusive na cidade alguns NPC’s dão pistas sobre isso…porém acredite as coisas não ficarão muito mais fáceis e você provavelmente vai surtar várias vezes quando encontrar um ítem e em seguida ser atacado por um grupo de inimigos e morrer vendo aquele terrível Game Over na tela ( isso piora ainda mais quando já se está bem longe na mansão ). Deu para notar que tudo ( TUTO! ) em Laplace no Ma deve ser feito com cautela, aquele que começar a jogar desavisadamente provavelmente vai começar uma torrente de palavrões logo nos primeiros andares da mansão devido á ataques seguidos de inimigos e também graças as várias armadilhas prontas para aniquilarem seu grupo. Apesar de ser um jogo de 16 bits, Laplace no Ma passa aquela sensação de Survival Horror de uma maneira bem maior que titúlos recentes como Resident Evil 5, joga-lo com calma e também com paciência é essencial para evitar que a frustração te faça deixa-lo de lado para sempre.
O game não conta com gráficos de alto nível, para os padrões do SNES onde fomos brindados com titúlos lindos como Chrono Trigger, Final Fantasy VI, Secret of Mana e Terranigma é realmente algo bem abaixo da média, os cenários internos do jogo são grandes demais e por isso mesmo aparentam ser vázios dando uma enorme sensação de desperdício, os personagens ao contrário são pequenos e dão uma sensação estranha de proporção largados em cenários tão imensos, os rostos não tem sequer um pequeno detalhe e praticamente nada é animado o que deixa o game com um visual sem vida, porém valhe ressaltar que o jogo não precisa de belos gráficos para ser bom á sua maneira, tanto o enredo quanto a jogabilidade e a exploração cativam o suficiente para fazer o jogador deixar de notar os “defeitos” técnicos rapidinho.

Noffa menina! quê horrô! Esse lugar precisa de uma nova decoração U-R-G-E-N-T-E benhê!"

Noffa menina! quê horrô! Esse lugar precisa de uma nova decoração U-R-G-E-N-T-E benhê!”

Concluindo o relatório…

Se fosse para ser curto e grosso eu diria á qualquer retro gamer que curta games de terror que Laplace no Ma vale MUITO a pena, para aqueles que apenas apreciam um bom RPG também é uma alternativa válida já que se diferencia e muito do que estamos habituados e RPG’s assim são dificeis de se encontrar, porém quando o jogador em questão não aprecia tanto estórias de terror o jogo pode perder o encanto rapidamente.
Um dos fatores que fazem de Laplace no Ma um RPG tão interessante, é justamente como ele nada contra a maré do típico RPG “espada e escudo” em uma época que este estilo era unanimidade. Um RPG ambientado em 1924 e com um enredo de horror coisa que poucos games haviam explorado de forma séria até então é o suficiente para que eu recomende-o á qualquer um que me pergunte se deve joga-lo, mesmo que você fique perdido na mansão e sofra para as armadilhas e inimigos, a ambientação e a estória do jogo vão acabar te prendendo o suficiente para querer continuar jogando e desvendando os mistérios do demônio de Laplace.
O jogo tem um patch que o traduz de uma forma meio porca para o inglês então fica a dica á qualquer um que tenha se interessado e espero que tenham gostado de descobrir mais uma incrivel pérola que não atravessou o oceano. See ya!

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8 respostas para Pérolas que não atravessaram o oceano: 6 Laplace no Ma

  1. gostei desse game Tiago, se for como o Maligno,Diabólico e sanguinário Shin Megami Tensei 1 e 2…(esquece aquele Persona, aquilo é uma heresia ao Louis Cypher) vou joga-lo. mas como faço para por esse Patch? é complicado? acho que vou me apavorar com ele, já que não posso nem respirar para aparecer um monstro ultra apelão e ferrar o meu jogo. e esse carinha da capa me lembra o Blackjack….parece que é de um anime de médicos….não lembro bem. valeu por recomendar o jogo

  2. Tiago Steel disse:

    E ai Leandro beleza? Não chega a ser tão bom quanto a série Shin Megami Tensei não…nem tão carismatico MAS é uma ótima pedida quando se quer mais um game retro que seja de terror.
    Fica mais como uma segunda opção nesse caso, o patch não é dificil de achar…deve ter no Romhacker ou se preferir…acho que se encontra a rom já patcheada no Emuparadise…caça ai que vai encontrar.
    E realmente o cara da capa lembra o Black Jack mesmo XD Álias…bom manga diga-se de passagem.
    Como eu disse recomendo o game ainda mais pra quem curte séries de terror e tal…acho que você irá curtir…tente jogar…no gamefaqs tem até um ótimo guia do jogo caso precise se for jogar em japa ( já que o patch pro inglês não é perfeito ) e boa sorte velho!

  3. Ultimecia disse:

    Eu coloquei este game no meu PSP não tem nem 1 semana mas ainda não me acostumei com o emulador ¬¬
    Comecei a jogar e achei interessante, bom ler um pouco mais de informação sobre ele e não ir tão as cegas. Mas vou pegar depois de zerar o Castlevania III q eu to enrolando

    • Tiago Steel disse:

      E ai Ultimecia, bom te ver comentando aqui novamente!
      Bom quanto ao emulador do PSP não posso opinar…não possuo ele, sempre dei preferência pelos portateis da Nintendo então…PSP malemal joguei Monster Hunter na casa de um amigo, mas curti…pelo que andei lendo ele tem bons emuladores se tentar acho que se acostuma numa boa.
      La Place no Ma é um game legal, se você curte games de terror vai gostar, veja esse meu post como um “pseudo manual” XD já que eu destaquei muitas coisas que eu mesmo queria ter ficado sabendo antes de jogar, por quê sério…esse game não é nem um pouco amigavel quando começa a joga-lo…no mais boa sorte ai.

  4. Cosmão disse:

    Que jogo…. diferente.
    Por algum motivo obscuro me lembrou do Mystic Ark do SNES, dadas as devidas proporções, além de pitadas de Shin Megami Tensei.
    Mais um jogo que me obriga a dizer: eu devia ter nascido no Japão…

    • Tiago Steel disse:

      Pois é Cosmão esse jogo é realmente bem diferente…me lembro dele desde quando comecei a usar emuladores á MUITOS anos atrás.
      Porém ele tinha ficado esquecido no tempo…até que sem querer o encontrei novamente fuçando nas roms aqui…é um game muito legal pra quem curte a tematica horror…já que isso era bem pouco explorado nos retro games.
      Eu cheguei a jogar Mystic Ark e ele tem uns gráficos bem mais elaborados…eu curti aquele jogo Enix oldschool era foda demais.
      Compartilho deste mesmo pensamento seu, várias vezes falo pro povo aqui “porra eu devia ter nascido no japão”…sério os games ocidentais me interessam bem menos…os japoneses eram mestres em fazer games criativos.

  5. Joaon disse:

    Me interessei bastante por esse, rpgs diferentes sempre me chamam atenção xD
    Vou aproveitar que as férias estão chegando pra ver qual é a dessa mansão 🙂
    Isso de a tradução ser meio porca chega a prejudicar?

    • Tiago Steel disse:

      E ae Joaon tranquilo velho?
      Também sou fã de RPGs diferentes por isso que minha intenção maior com esse blog era trazer justamente esse tipo de jogo pra cá, justamente por isso muita gente reclama que eu ás vezes não falo de jogos mais famosos hahaha.
      Então, a tradução é meio porca, e até onde sei acho que nem está completa pra falar a verdade…acaba dando uma atrapalhada. Até onde olhei a última vez acho que ela ( a tradução ) já está 95% concluída, mas não sei se é esse arquivo que liberaram pra download já que o meu tava com uns erros bem estranhos. Mas enfim, vale a pena pra conhecer o jogo, tem muitas horas de jogo legendadas numa boa ^^

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