Trash Bucket: Os patinhos feios

Olá á todos os frequentadores aqui do Retro Journey, mais um Trash Bucket saíndo, e como sempre…vamos falar de algo “desagradavel” dentro deste meio que tanto amamos…os games.
Não é de hoje que em qualquer meio de entretenimento quando algo gera um bom lucro é seguido de uma sequência, ocorre com livros, com albuns de algumas bandas, com filmes…e também com games.
O problema é que, como deixar algo que seria “mais do mesmo” interessante o suficiente para que os fãs/consumidores não se cansem ou digam “Ah…mas é a mesma coisa do outro de novo”?
A resposta que muitos produtores, roteiristas e etc tem em mente é “vamos inovar!”…e é ai que mora o perigo, como vamos conferir nos games que citarei abaixo, os principais motivos da maioria dos fracassos é a mudança repentina a qual os jogadores são submetidos quando os produtores tentam dar algum rumo novo ás suas séries, ou quando relaxam por estarem “por cima” e acham que qualquer mer** vai render um dinheiro só por que os fãs vão comprar.
Então sem mais delongas, por quê não conferimos os verdadeiros “Patinhos feios” de cada série gamistica ( ou das que consigo recordar )?


Final Fantasy II

Final Fantasy II não viu a luz do sol aqui no ocidente quando foi lançado para NES, talvez foi até uma sábia escolha visto que o jogo obrigava o jogador a “vive-lo”.
Final Fantasy ( o primeiro ) cativou inúmeros jogadores de ambos os lados do globo, com seu sistema simples de jogo e boa estória, porém a sequência não conseguiu repetir isso, os motivos? Podemos começar com a dificuldade bem maior, olhe bem aqui nós começamos o game com um grupo de quatro guerreiros já levando um coro de dark knights…se o jogo já começa com você apanhando o que esperar do restante dele? E sim isso é o que vai acontecer MUITO dai em diante…com certeza para subir seus personagens de lvl…ops eu disse lvl? aqui NÃO existe lvl…os status de seus personagens sobem…randomicamente! Não faz sentido o fato de que se por acaso você quer que seus personagens ganhem mais HP …terá que fazer eles apanharem…quer que ganhem mais força? faça-os baterem mais…tudo evolui de acordo com o modo que usa os personagens, e para piorar a square resolveu colocar lvl nas armas e magias também ( Secret of Mana feelings ) o que termina de deixar tudo mais complicado. Pode ter certeza de uma coisa, esse jogo é dificil, e cansativo, cansativo pois a maior parte do tempo a trama se resume em usar seus personagens como garotos de entrega dos rebeldes o que é um saco…vira e mexe acontece alguma reviravolta na trama, só para que o jogador possa dizer que algo aconteceu pra compensar os vários DIAS de demora enquanto se treina mais seus personagens. A versão original de FF II para o nes também tinha gráficos “chupados” da primeira versão, o que mostra uma certa preguiça da square, que resolveu mudar poucas coisas aqui e outras ali e dizer que esse era um novo game. Entenda Final Fantasy II não é a ovelha negra da série ( ao menos quando nos referimos aos mais antigos… ) por acaso, personagens pouco inspirados, gráficos roubados da versão anterior, sistema de lvl up falho e job system ausente…não tem nada muito divertido em um jogo onde você passará horas “trabalhando” para deixar seus personagens mais fortes só para que sua próxima missão seja “entregar um pedaço de carne pros caras lá do acampamento rebelde”…o jogo é cansativo, frustrante e pouco inspirado, faça a sí mesmo um favor e não o jogue…não perderá nada nem mesmo sendo o maior fã da série…nem que ele tenha saído a algum tempo atrás para o virtual console do Nintendo Wii.

Padre Quevedo sobre LVL em Final Fantasy II


Zelda II: The Adventure of Link

Zelda II: The Adventure of Link ( isso, assim mesmo sem o “The Legend” na frente do titúlo ) foi o segundo game da franquia hoje consagrada The Legend of Zelda, eu como fã inveterado da série tive pouco contato com este titúlo, mas o joguei o suficiente pra me frustrar. Shigeru Miyamoto o criador da série é conhecido por inovar nos games, mas em Zelda II a inovação saiu pela culatra. Ao começarmos pela visão e modo de jogo, Zelda II é oficialmente um game de plataforma com um LEVE toque de RPG, coisa que combinava muito mais com o estilo de jogabilidade do primeiro, que era visto de cima como se realmente navegassemos através de mapas, com o estilo plataforma, Zelda II perdeu um de seus maiores ponto chaves a exploração do mapa. Tudo bem que você controla Link por um mapa e toda vez que encontra um inimigo ou entra em uma fase o jogo se transforma em plataforma, porém o mapa vazio deixa toda a exploração do jogo sem graça e dungeons em 2D com progressão lateral significa que os puzzles algo hoje tão comum e adorado na série tiveram que ser sacrificados. A estória segue de onde acabou o primeiro, a influência maligna de Ganon mesmo depois de morto ainda assola Hyrule e após descobrir que Zelda caiu em um sono profundo Link embarca em uma nova aventura para salva-la. Com certeza a estória não é o que deixa Zelda II como a ovelha negra da série, e sim seu sistema de jogo, algo que foi consertado na incrivel sequência A Link to the Past, jogo excelente que resgatou o velho sistema de jogo da franquia. Porém podemos ressaltar que Zelda II não é um game ruim, apenas um Zelda ruim, o que o torna, o patinho feio da série.

Dizer mais o que?

Castlevania II: Simon’s Quest

Castlevania II…quem diria que um game tão perfeito em sua primeira versão geraria uma das piores ovelhas negras da história dos games. Não importa onde você fale sobre Castlevania II com certeza haverá alguem para descer a lenha nele, os motivos? vamos começar pela estória. Simon Belmont protagonista do primeiro game está de volta, e após derrotar o conde Drácula no primeiro game ficou amaldiçoado, qual a maldição? não sei…garanto que joguei esse game e não vi nenhuma citação de qual seria essa tal maldição, exceto pelo fato de que toda vez que o jogo anoitece ( sim ele tinha um sistema de passagem de tempo, bem inovador pra época ) o game simplesmente trava e aparece na tela a mensagem “What a horrible night to have a curse”…talvez a maldição seja ficar congelado por alguns segundos e ouvir essa frase toda noite, quem sabe? Para piorar tudo o único modo de se livrar dessa “maldição” é andando pela transylvania e coletando as partes do corpo de Drácula, para depois ressuscita-lo e mata-lo novamente… WHAT?! Sim…isso é tão surreal que nem mesmo o Zé do Caixão bolaria esse enredo. O gameplay foi o que mais mudou o rumo de tudo, agora você era simplesmente largado em um mundo não linear, podendo vagar pelas fases e cidades do game um estilo que a franquia viria a adotar hoje em dia, Simon era livre para andar por ai, conversar com aldeões que pareciam mendigos e fazer a coisa mais divertida do jogo…juntar dinheiro. Sim isso foi uma irônia e ao menos que você tenha jogado o jogo não irá entender o quanto é entediante ficar juntando grana para comprar novos itens que com certeza você irá precisar, some a isso algumas passagens sem noção como por exemplo, pisos falsos que se parecem exatamente com pisos normais e que te fazem cair quando pisados, a falta de direção…e até mesmo uma parte completamente sem sentido onde deve-se ficar de costas para um penhasco, de posse de um item, agaixado e esperando um furacão que te levará a outra area…é de explodir a cabeça de qualquer jogador, isso por que em algum lugar no jogo pode até existir um NPC que te diga que deve fazer isso, porém ele não é achado facilmente E quando jogamos isso muitos de nós com certeza eramos pirralhos…e não tinhamos o entendimento necessário de inglês para sacar uma dica destas! Casltevania III que veio em seguida voltou puxando bem mais o estilo do primeiro jogo, ainda tinha uma certa liberdade deixando o jogador fazer algumas rotas alternativas mas não era nem de perto aberto como Castlevania II. Com certeza Castlevania II foi o patinho feio da série clássica, mas nem tudo sobre ele é ruim, a música tema do jogo “Bloody Tears” é considerada uma obra de arte da game music, e o jogo ainda tem várias outras músicas excelentes mostrando que ao menos na parte musical o jogo acertou em cheio. Outro fato interessante é que o estilo que nos 8 bits foi falho, hoje se mostra a chave do sucesso da franquia, e é até apelidado de “Metroidvania” uma junção de Metroid com Castlevania, duas séries que mesclam a jogabilidade 2D com exploração dos cenários, isso mostra que Castlevania II nada mais era do que um game á frente de seu tempo, e que ainda não estava pronto para ser compreendido…nem mesmo pelos seus programadores.

É amigo pode apostar que o jogador que estivesse jogando esse game á noite também pensaria isso...

Super Mario Bros 2

Ok,…o quê falar sobre Super Mario Bros 2? É até complicado falar mal desse jogo, primeiramente por que ele não é ruim, é bem divertido e segundo…por que nem ao menos É um jogo da série Mario! Quando Super Mario Bros II foi lançado no japão, os americanos notaram uma coisinha…era o mesmo Super Mario original com algumas leves mudanças nos cenários e bem, mas BEM mais dificil, então pensaram o seguinte “Isso não vai vender lá na nossa patria mãe tão adorada dos comedores de hamburguer e bacon com ovos no café da manhã, esse jogo é dificil e o pior…é muito parecido com o primeiro! por que vão comprar se é apenas o game anterior com dificuldade aumentada!!?”. Então uma idéia excelente veio a mente deles, por que não pegar um game mais fácil de se jogar e converter para um jogo do Mario? O escolhido foi o japônes Doki Doki Panic, afinal…era um jogo japônes que dificilmente sairia nos EUA, ninguem iria perceber que estavam apenas transformando ele em um jogo do Mario, e assim foi feito, Super Mario Bros 2 foi lançado nos EUA como uma versão de Doki Doki Panic modificada ( tipo a tec toy fazia por aqui transformando os jogos da série monster world em turma da Mônica e Ted Boy em Geraldinho…esse último uma opção terrivel diga-se de passagem ) tanto que no japão o jogo é conhecido como “Super Mario Bros USA”. Aparentemente o jogo foi bem recebido, mesmo que qualquer um percebesse a diferença gritante que a jogabilidade havia sofrido, nada de sair pisoteando os inimigos, se tentasse isso iria ficar em cima da cabeça deles parado, o lance era se abaixar, pega-los e joga-los longe, o jogo também continha uma life bar, o que deixava Mario ( e seus amigos ) levarem dois ou até três golpes antes de morrerem, os cenários eram amplos em algumas ocasiões e podia-se subir e descer por eles algo que não costuma existir na franquia. A estória envolvia Mario, Peach, Luigi e Toad que deviam salvar alguns oráculos das garras do sapo malvado Wart para poderem assim voltar á sua dimensão…mas o pior era chegar no final do jogo e conferir o que acontecia…nem vou dar spoiler afinal quase todo mundo já viu o final mesmo! Super Mario Bros 2 é um bom game, até eu o considero assim, mas sua jogabilidade e o mundo em que se passa o deixa sendo o patinho feio da série…algo que foi consertado com o terceiro game que era excelente!

O subtitulo "Mario Madness" fazia todo sentido ao se deparar com a cena de Mario arremessando rabanetes em seus inimigos.

Finalizando

Como deu pra perceber, quando se trata de games clássicos o número “2” costuma significar azar. Todos os games da lista sempre comentados por ai como sendo ruins, bizarros ou simplesmente diferentes demais eram o segundo das franquias, talvez os produtores tentavam inovar para agradar os jogadores e acabavam dando um tiro no escuro, mesmo que alguns destes jogos não fossem de todo ruim, eram diferentes e estranhos se comparados com a franquia da qual vinham dando-os o titúlo de “patinho feio”, mas nada impedia de que assim como na estória original, o patinho feio de antes se transformasse em um belo cisne aos olhares de alguns ( Zelda II ) dando-os o tempo necessário para crescerem ( Castlevania II ) ou até mesmo entendendo-os mais profundamente ( Super Mario Bros 2 ), porém alguns continuaram sendo sempre um patinho feio que nem para servir assado vão servir ( Final Fantasy II ).

Good Bye!

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6 respostas para Trash Bucket: Os patinhos feios

  1. fala Tiago.

    sobre o Final Fantasy 2, eu dei umas jogadinhas no ano passado e cara, é tudo isso que você mencionou. como tinha zerado o FF I muitas vezes, achei que seria um game parecido, ia ser mel na chupeta….ledo engano. mas não, fui numa cidade onde tinha vários guardas vermelhos…acho que era para achar algum NPC, acho. levei um couro desgraçado!!! e eles não pareciam ser grande coisa. e era mesmo como jogar o FFX e o FFXIII em termos de jogabilidade, já que os personagens não ganham LV, porém as armas, magias e habilidades evoluem. o game é tão difícil, que desmotivei de joga-lo, prefiro um Zelda mesmo

    Izto Non Ecxiste…hahahahahahahahahahaah! rachei o bico no Padre Quevedo. 🙂 Hee-Hoo!!

    o Zelda 2 é bastante odiado pela nação retrogamer. eu ainda não o joguei, mas como o pessoal fala que é ruim. melhor não arriscar.

    no entanto,Castlevania 2 é bastante amado. se bem que a sua continuação é ovacionada. com Alucard no elenco, quem não amaria. pelo que li por aí, parece que devido a ultima batalha contra o Drácula, Simon se feriu muito e as cicatrizes não sararam, e queimam constantemente todas as noites. daí ele soube que estava amaldiçoado e o resto é história. rapaz, acho que vou joga-lo um pouquinho antes de ir trabalhar, só para sentir o clima.

    já tentei zerar o Super Mario Bros 2, mas é realmente um inferno. e olha que fiz uns macetes para chegar no ultimo mundo mais rápido. e claro, noob no game, fui com a Princesa Peach. já que é mais difícil perder a vida com ela. eu até cheguei no ultimo nível, mas aquela escadaria cheia daqueles bichos voando, é o fim…

    muito bom o seu post, como sempre.

  2. Tiago Steel disse:

    E ai Leandro tudo beleza velho?
    Cara Final Fantasy II não é só dificil…chega a ser um pesadelo! você passa tanto tempo treinando seus personagens para que cada avancinho que dê no jogo só te faça ter que treina-los ainda mais…é um sacrificio!
    Castlevania II como eu disse…acho que ainda não estava muito pronto para ser aceito na época, eles acabaram criando um conceito legal de jogo mas com inexperiência naquele estilo acabaram dificultando um pouco demais…
    Super Mario Bros 2 eu gosto XD justamente por ser bizarro…é um joguinho legal, mas como um Mario…é estranho.
    Obrigado pelo elogio e por estar sempre aqui no Retro Journey, um abraço ai!

  3. Final Fantasy II até que tem uma história boa, o problema é que a mecanica dele só é legal no papel. Que porcaria de coisa insana é o sistema de lvl up dele, não entendo por que a Square não coloca uma opção de escolher entre o modo de lvl up tradicional como nos outros RPGs ou o original do jogo

    Ruim como o Castlevania 2? Eu tenho uma birra tremenda com o Castlevania Harmony of Dissonance do GBA. O personagem principal é neto do Simon e consegue ser um dos protagonistas mais “pasteis” (como diria o Yusuke Urameshi) que já vi. Até DEATH fica com dó do cara e fala o que está acontecendo. Quando o jogo tenta demais ser o Symphony of the Night com uma donzela em perigo vestida de “maid” e spoiler logo no texto de abertura do jogo é forçar a amizade.
    O Judgment do Wii então? Que troço é aquele? …Bom, tem o Dream Mix TV…

    Em Zelda vc esqueceu de mencionar aqueles jogos do CD-I +_+

    A matéria está de parabéns!

    • Tiago Steel disse:

      Olá Marilia, gostei da sua opinião sobre a opção de escolha de sistema de lvl up, seria muito legal para os remakes por que na época do NES duvido que os caras fossem deixar uma opção assim…RPG’s daquela era mal tinham a opção de new game e continue, fora que eles devem ter pensado que esse sistema era inovador e seria amado por todo o mundo! XD
      Eu joguei Harmony of Dissonance assim como os que saíram depois e realmente ele consegue ser bem fraquinho, fora que o jogo tem boss em excesso…joga um pouquinho e já ta dando de cara com boss e assim por diante @_@
      Castlevania Judgement eu na época estava muito afim de colocar aqui no meu Wii…mas quando ví o visual do Simon desisti XD
      Os Zeldas de CD-I não…por favor! Tudo menos isso! Aqueles games me dão diarréia e meu médico me proibiu de joga-los para poupar minha sanidade!

      Obrigado pelo elogio e volte sempre ^^

      • Sobre o FF2, na época era triste. Ter sistema de save já era o máximo. Mas por exemplo no PSP finalmente implementaram a opção de defender. Mas seria tanto problema assim colocar um sistema de Lvl up tradicional nas versões do PS1 pra cima? Se já re-fizeram o jogo inteiro e colocaram umas dungeons extras custaria tanto? Preguiça é fogo

        O Harmony of Dissonance tme muito boss tapa-buraco, saca?
        São dois castelos que se sobrepõe e tem lugar que tem nos 2 castelos, então tem um boss pra cada versão +_+ E a maioria são versões gigantes de inimigos comuns, muito ruim. Mas um q eu curti foi o primeiro boss do CV3.
        Mas TRASH mesmo, pior q o visual do Simon, só o visual do(a?) Death. Q porcaria é aquela eu não sei. E fizeram lobotomia na Maria +_+

        Pode deixar, vc não vai se livrar de mim fácil :p

  4. Tiago Steel disse:

    FF II é um erro…acho que não adianta tentar consertá-lo entende? Não se conserta o que já nasce com defeito XD ( Mas com a sua idéia da opção de escolher um sistema decente de LVL Up eu poderia TALVEZ reconsiderar joga-lo de novo…quem sabe XD ).
    Harmony od Dissonance pra mim É um tapa buraco por completo …parece que queriam fazer uma trilogia no GBA e lançaram qualquer coisa pra ocupar o posto do meio, coisa que também aconteceu no DS, onde o Portrait of Ruin é o mais fraquinho ( o game é bom eu gosto e o terminei á tempos porém entre Dawn of Sorrow e Order of Ecclesia é ele quem perde ).

    E fique á vontade aqui, é bem vinda XD

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