Trash Bucket: Como estragar games antigos estrelando: A nova geração

Olá a todos que frequentam o Retro Journey, após muito tempo sem postar nessa seção do blog, achei que já estava na hora de tirar mais um Trash Bucket do forno, dessa vez o assunto será “games que a nova geração estragou”. Não é de hoje que muitos de nós vemos games antigos e excelentes serem massacrados por “remakes” ou continuações desastrosas nessa geração de consoles que apesar de ter de sobra em potência, falta em criatividade e inovação então venho aqui citar alguns games que infelizmente ficaram devendo em suas continuações ou remakes nessa geração de console…let’s go!

Série Resident Evil

O primeiro Resident Evil  pode não ter sido o primeiro survival horror do mercado, tal mérito é da série Alone in the Dark, porém Resident Evil deu o pontapé inicial para a popularização desse estilo que particularmente é um dos meus grandes preferidos, foi em Resident Evil que pela primeira vez muitos de nós adentramos um mundo repleto de criaturas assustadoras e violentas que só queriam derramar o sangue do protagonista que se encontrava sozinho ( ou quase ) em um ambiente hostil enquanto tentava ao mesmo tempo que escapar dali, descobrir qual o segredo que rondava aquela mansão maldita e por que tudo aquilo estava acontecendo, nesse meio tempo o game alternava entre sustos e puzzles que oscilavam de muito simples a complicados como se isso não bastasse era um vai e vem tremendo que  imputecia todo jogador deixava o game ainda mais complicado quando em meio a tudo isso vários monstros não saiam do nosso pé, a exploração nesse genêro de game era enorme e claro que conforme o jogador ia e voltava novos monstros e areas apareciam, deixando a gente cada vez mais confuso era um tal de “encontrei um item novo ou chave aqui agora tenho que voltar e usar ali” mas no final a atmosfera de terror do game compensava todo o resto, principalmente se você fosse fã daqueles filmes de terror B dos anos 80. Resumindo Resident Evil foi um marco que gerou boas sequências,ou pelos menos GERAVA…

Último game decente da franquia: Resident Evil Code Veronica

Lançado para o hoje falecido Dreamcast, Code Veronica é considerado por muitos o ápice da série Resident Evil ( ao menos das antigas ), o game vinha em dois GD’s ( mídia usada pelo Dreamcast ) recheados de puzzle, coleta de ítens, armas, criaturas mortais e uma estória digna de um verdadeiro filme B ( convenhamos que isso nunca foi o forte da série ) ou seja tudo aquilo que os fãs aprenderam a gostar desde que a série se iniciou no antigo PSx da Sony.

Declínio total da franquia: Resident Evil 5

Tudo bem que Resident Evil 4 mudou muito do que conheciamos sobre a série Resident Evil, mas ainda assim conseguia ter uma aura de terror e um cenário melhor do que a aberração que o sucederia, Resident Evil 5 foi além de tudo que alguem conseguiria esperar de “diferente” na série, trazendo um Chris Redfield completamente viciado em anabolizantes e um cenário completamente ensolarado, o game ainda fazia questão de esfregar na cara de quem reclamou dos ganados ( inimigos inteligentes que já não eram quase zumbis do game anterior ) que a Capcom conseguiria se afastar ainda mais do termo zumbi, criando inimigos rápidos, inteligentes e que armavam emboscadas a cada segundo, puzzles completamente ausentes ou tão toscos que até aquele seu amigo vidrado em Call of Duty conseguria deduzir em duas olhadas e finalizando o pacote, a estória do game veio ainda pior e se não acredita em mim e não jogou o game, digamos que Wesker aparentemente passou algumas temporadas na Matrix…se ainda não entendeu jogue até o final que compreenderá.

Série Silent Hill

Silent Hill foi lançado em 1999 para o PSx, inicialmente apesar de bem recebido Silent Hill era sempre maltratado pela comparação babaca que até mesmo alguns avaliadores de revistas e sites teimavam em fazer entre ele e Resident Evil ( que havia sido lançado antes ), porém era fácil perceber as mudanças, os cenários do game eram completamente 3D ao contrário de Resident Evil que usava os bons e duradouros na franquia cenários pré renderizados, ok que essa não era lá uma grande vantagem para o game já que Silent Hill apresentava uma jogabilidade um tanto exquisita no começo e angulos de camera nem sempre muito amigáveis, porém era na estória e na ambientação que ele desbancava seu concorrente, enquanto Resident Evil trazia aquele terror gore de filmes B com zumbis e criaturas violentas, Silent Hill induzia o medo á partir de uma atmosfera perturbadora, em grande parte devido ao ótimo audio do game que trazia o jogador para dentro daquela experiência, junto a isso uma estória completamente macabra e personagens muito mais interessantes e humanos do que os de Resident Evil, desvendar o mistério de por que Silent Hill ( a cidade onde se passa o game ) está deserta e infestada de criaturase stranhas, ou que fim teve a filha do protagonista após o acidente que dá inicio ao game era uma experiência completamente diferente, fora que o game era recheado de puzzles criativos que deviam ser resolvidos para que se avançasse na trama, com certeza um clássico que em minha humilde opinião era muito melhor do que seu eterno Rival, Resident Evil.

Último game decente da franquia: Silent Hill 4

Apesar de que muita gente torceu o nariz inicialmente pra este aqui devido a uma série de fatores ( que citarei logo adiante ) devo admitir que adorei Silent Hill 4, e não estou sozinho, pela internet afora é fácil achar pessoas que o consideram o melhor ou um dos mais interessantes da série, porém os mais céticos viam defeitos e falhas que talvez os recém chegados á franquia não viam, como por exemplo o fato do game não se passar exatamente em Silent Hill e sim em South Ashfield uma das cidades vizinhas de Silent Hill, o personagem central da trama é Henry Townshend que após se mudar para o novo apartamento passa a ter pesadelos toda noite e está trancado no mesmo á cinco dias sem nenhum meio de comunicação com o mundo exterior, até o dia que um buraco se abre misteriosamente em seu quarto e o faz começar a desvendar uma série de acontecimentos acerca de um serial Killer chamado Walter Sullivan supostamente morto quando o game inicia,o game possuia a mesma jogabilidade dos anteriores, puzzles bem bolados, ótimos gráficos, porém pecava por ter personagens um tanto desinteressantes e por seu protagonista que não era lá o personagem mais emotivo que um game já teve, as criaturas tambem estavam mais simples, variando de cachorros endemoniados á fantasmas…tudo isso até tinha uma explicação já que segundo fontes da própria Konami, Silent Hill 4 começou a ser produzido como outro game, e só mais tarde foi renomeado e continuado a ser produzido como um título da série. Apesar dos pesares o game cumpria seu papel muito bem e se você não fosse um fã fervoroso e chato demais conseguiria curtir este assim como qualquer um dos anteriores numa boa apesar de seus pequenos defeitos e falhas, inclusive na minha opinião gosto muito mais deste do que de Silent Hill 3 que foi tão aclamado pela mídia especializada…

Declínio total da franquia: Silent Hill Homecoming ( A.K.A. Silent Hill 5 )

Chegamos aqui á um game que mostra muito bem uma receita simples e comun hoje em dia “como estragar sua franquia japonesa”, a resposta é simples…dê ela á um estudio americano. Digo nota-se que a empresa que desenvolveu essa continuação da série tentou dar o seu melhor porém estava na cara que não ia sair algo a altura dos anteriores, não era a mesma equipe, o supervisor que geralmente é o criador da série não deve ter dado todo o apoio que devia devido a distancia, e dizer o que mais…eram AMERICANOS cuidando de algo que era até então JAPÔNES…tava na cara que ia dar merda algo de errado, primeiro que seu personagem é um “veterano de guerra” o que o faz descer sopapos dignos de um lutador de vale tudo nos monstros do game, o que com certeza combina muito bem com a alcunha “Survival Horror” diga-se de passagem… o terror psicológico e perturbador dos anteriores agora dava espaço ao típico terrorzinho americano de “AI QUE SUSTO!!” protagonizado por estar correndo e algum inimigo surgir do nada ou alguma coisa caindo do cenário e por ai vai. Obter os vários finais no game já não era uma tarefa complicada e que exigia percepção e dedução como nos anteriores, agora era fácil conseguir dois ou três finais apenas salvando no momento exato e mudando sua opção na hora de algum dialogo, os personagens conseguiam ser ainda mais chatos e menos carismáticos do que os de Silent Hill 4, a trama não era das melhores e apesar de se passar em Silent Hill não acrescenta em nada na história do game ou da cidade dando a impressão as vezes de que é mais um spin-off do que uma continuação, finalizando tudo os puzzles engenhosos, criativos ou que te fazia quebrar  a cabeça dos anteriores aqui foram mudados para aquele velho esquema RElike “pegue esse ítem aqui….volte lá atrás e use-o”. Se você encarar Silent Hill Homecoming como apenas mais um game de survival horror, ou um simples spin off da série Silent Hill, até se divertirá, mas se tentar joga-lo como uma continuação da série, se arrependerá amargamente, embora não seja tão ruim quanto Resident Evil 5 ( Sim vocês ja perceberam que odeio RE 5 né? ).

Série Final Fantasy

Final Fantasy fez seu debute no mundo dos games muitos anos atrás na hoje longinqua e tão saudosa era dos 8 bits, a príncipio o RPG era um suspiro final da empresa Squaresoft que estava indo a falência e precisava urgentemente de um grande titulo para tira-la do buraco, eis então que surge aquele homem, conhecido como um dos pais dos RPGs japoneses Hironobo Sakaguchi criador da série Final Fantasy,  o esquema era simples, um RPG seguindo as tendencias iniciadas por Dragon Quest jogo RPG que fazia um tremendo sucesso no japão na época ( e até hoje ) da empresa que viria futuramente a ser sua ferrenha inimiga e ainda mais adiante sua parceira Enix. O nome da série era derivado justamente do fato deste game ser a cartada final da Squaresoft, o tudo ou nada da empresa, por isso o nome “Fantasia Final”, para sorte da empresa a sua fantasia final foi enormemente bem recebida tanto que apesar do titulo até hoje não acabou. Com um enredo bem mais acabado que o de Dragon Quest, melhores gráficos e um esquema de batalha novo que permitia ao jogador ver seus personagens ( ao contrário das eternas batalhas em primeira pessoa da série Dragon Quest ) Final Fantasy explodiu e se tornou um fenômeno de popularidade, dando origem ás mais diversas sequências, todas ótimos games….ou ao menos costumavam ser….

Último game decente da franquia: Final Fantasy IX

Já começo este trecho deixando bem claro o amor que tenho por Final Fantasy IX, embora o game não tenha sido muito bem recebido e até mesmo alguns “fãs” terem torcido o nariz ( digo fãs entre aspas por que os fãs de verdade com certeza se deleitaram com o titulo ) Final Fantasy IX foi uma verdadeira homenagem ás raizes da série, tudo aquilo que havia se perdido a partir de Final Fantasy VI estava presente neste game, tudo bem Final Fantasy VI é um clássico, o enredo os personagens tudo naquele game era perfeito, mas ainda tinha aquele ar de “falta alguma coisa” ao menos pra mim, foi nele que a série entrou naquele terreno de flertar com coisas mecânicas e a abandonar o velho sistema de classes e evoluções dos anteriores, Final Fantasy IX veio justamente pra nos lembrar o que era a série Final Fantasy, visual cartunesco, classes clássicas como black mage, knights e etc, um mundo completamente medieval era como estar jogando um daqueles clássicos Final Fantasy das eras 8, 16 bits no potente ( para época ) PSx, apesar de tudo isso o game não foi visto com bons olhos, talvez pela geração playstation ter se acostumado a um enredo mais obscuro e dramático ( Final Fantasy VII ) ou aos personagens mais realistas ( Final Fantasy VIII ) o fato é que mesmo com a parcela de jogadores que não receberam bem o titulo Final Fantasy IX foi uma volta as origens e como tal tem o meu respeito e admiração assim como o de muitos fãs e jogadores de RPG ao redor do globo.

Declínio total da franquia: Final Fantasy XIII

Ok….acho que eu nem precisaria citar este game….muito odiado pelo mundo afora, assim como tambem amado por alguns ( loucos ). A série Final Fantasy já vinha perdendo suas raizes desde FF X, o mundo gigantesco, exploração por ítens e armas, e até mesmo equipamentos e classes já haviam sumido neste game, tudo em prol de se focar mais no enredo, mas foi em FF XIII que isso tomou proporções drásticas, já não havia nada que nos lembrasse de Final Fantasy aqui, o game era extremamente linear ( algo terrível para um RPG ), limitando o jogador á seguir para frente e assistir uma ceninha usando a incrivel engine gráfica do jogo, e em seguida andar mais um pouco sempre adiante já que não á rotas alternativas a seguir, até o próximo filminho rolar, no final se você juntasse todas as horas de jogo 80% seriam assistindo as cenas que narram a estória, junte a isso um sistema de batalha caótico e complicado que se muitos acharam inovador eu achei um desperdicio, qual o problema com o bom e velho, atack, defend e item? Certas coisas não precisam mudar, e Final Fantasy mudou demais, tanto ao ponto de a única coisa que ainda sobra em comun entre este e os seus antecessores é o titulo do jogo e o nome de alguns ítens, certamente as continuações vão ser filmes ao invés de games assim polpam o jogador de ficar apenas pressionando o direcional pra frente.

E Para Finalizar….

Série Sonic

Guardei esse aqui pro final por que realmente merece, Sonic foi criado para competir com Mario ( aquele Mario ) isso todo mundo já sabe, o azulão garoto ( ou seria ouriço? ) propaganda da Sega focava seus games em uma ação mais rápida e radical do que o rival Mario, o próprio visual de Sonic era muito mais adolescente, seus espinhos arrepiados e os tênis vermelhos lhe davam um visual muito mais jovem do que o do protagonista barrigudo e bigodudo da Nintendo, isso tudo fez Sonic cair nas graças dos jogadores e estrelar uma infinidade de ótimos games onde corria insanamente e frustrava plano após plano de seu arqui-inimigo Robotnik…porém o que Sonic não sabia era que ele e seu parceiro xarope Tails tinham um inimigo muito pior do que Eggman…a própria empresa que os criou.

Último game decente da franquia: Sonic Adventure

Prevejo alguns lendo isto e pensando “Que isso meu? tá loco Sonic Adventure foi uma droga!!!” porém eu e um bom grupo de jogadores discordamos, Sonic Adventure foi bom sim, por que não dizer até mesmo ótimo? O game tinha suas falhas sim mas veja bem estamos falando de um jogo plataforma, focado em agilidade excessiva e lançado para a primeira plataforma de 128 bits do mercado ( embora alguns técnicos e jornalistas por ai digam que era 64 bits…)  o Sega Dreamcast, óbviamente haveriam falhas. Porém ver Sonic correr sem parar por um cenário paradisiaco, colorido e cheio de vida tudo no mais belo 3D já visto até então em qualquer game era demais para qualquer um, a cena de Sonic fugindo da baleia logo na primeira fase era de deixar qualquer jogador embasbacado na época.

Declínio total da franquia: Sonic the hedgehog ( A.K.A. Sonic 2006 )

É com Sonic the hedgehog ( que apesar do titulo ser o mesmo do primeiro game da franquia não era com certeza nenhum pouco parecido com o mesmo ) que a Sega se supera de vez, a empresa já vinha malhando seu mascote á algum tempo mas nunca de uma forma tão nogenta como em Sonic 2006, até hoje conhecido como um dos games mais lotado de bugs de todos os tempos, junte a isso um design de fases nada inspirado o que não instiga o jogador a querer jogar o game mais de uma vez ( isso se ele tiver a CORAGEM de joga-lo completamente uma única vez ), uma estória tão ruim que chega dar vontade de socar a cara do cidadão que escreveu o enredo e partes de exploração entediantes, alias é nessas partes que podemos ver mais uma coisa que estragou a série Sonic, é tão ridiculo ver o ouriço caminhando por ai em meio a seres humanos coisa iniciada em Sonic Adventure mas que em Sonic 2006 ficou ainda pior devido ao fato dos gráficos mais avançados tornarem os seres humanos mais realistas, olhe bem a fotinha que ilustra esse trecho do topico…olhou?pois bem….Sonic parece a porra de um cara vestindo uma fantasia de Sonic!!!! É tão surreal ver ele carregando aquela princesa ( princesa? alguem chamou o Mario? ) e ela dizendo frases de amor indiretas ao Sonic ao longo do game só faz o jogo feder ainda mais, o que é isso um game focado em zoofilia? Sério, eu não quero mais falar sobre este jogo me dá dor de cabeça, fiquem com um videozinho pra ilustrar bem o que esse game é.

Finalizando

Estes são apenas alguns exemplos de como essa geração de consoles HD detentora de tanto poderio gráfico consegue usar tudo isso ao contrário, para estragar os games ao invés de melhora-los.
Sonic, Final Fantasy, Resident Evil e Silent Hill são meros exemplos mas podemos somar á eles outros como Splatterhouse e até mesmo a série Star Fox, as empresas deviam se conscientizar de que nem sempre inventar esquemas de jogo mirabolantes, mudar drásticamente o enredo ou dar a série nas mãos de outros estúdios vai revitalizar a franquia e sim tirar dela caracteristicas que os jogadores já estavam acostumados a gostarem então, todo cuidado é pouco na hora de trazer uma franquia para a próxima geração.
Depois de tudo isso só me resta dar adeus e torcer para que um dia esses jogos voltem a ser o que eram, Sonic Generations está vindo ai será que vamos enfim ver o azulão de volta ao primeiro lugar do pódio? Aposto minhas fichas nele, não nos decepcione Sega!

Sonic após ter jogado Sonic 2006

Anúncios
Esse post foi publicado em Trash Bucket. Bookmark o link permanente.

28 respostas para Trash Bucket: Como estragar games antigos estrelando: A nova geração

  1. Jaqlinny disse:

    Muito engraçado o teu ponto de vista eu dei muitas risadas,ta nota 10 os teus posts.

    • Tiago Steel disse:

      Obrigado x)
      Devo dizer que é um ponto de vista não apenas meu mas de muitos jogadores que conheciam esses games antigamente e viram eles ficarem tão ruins/diferentes hoje em dia né?

  2. leandro(leon belmont)alves the devil summoner disse:

    fala Tiago!

    que coincidência você está falando de Resident Evil e a sua franquia, pois era justamente o que estou jogando depois do traumático Clock Tower. e estou debulhando o primeiro RE no emu do SATURN(em japonês e sem detonado…putz!) cara, para achar cada item é um perrengue. mas é massa ficar explorando a mansão. estou tão empolgado que fiz até mapas do local. olha, para mim, só do RE1 até esse code verônica que você mencionou aí que vale a pena jogar e sentir medo. o RE4 não posso falar nada porque ainda não joguei, apesar dele estar aqui baixado no PC faz séculos e ninguém encostou nele. e esse RE5…..sinceramente……o que é aquilo??

    também tenho o RE5 aqui baixado,mas em japonês. mas vou ser sincero, nem se fosse americano eu encarava. não porque tenho medo, é justamente ao contrário…o jogo não dá mais medo. tipo: o jogo antigamente era tenso,não como Clock Tower,claro. mas tinha um clima pesado que fazia o gamer se sentir acuado. e os zumbis mesmo sendo lerdos e burros(excluindo Nemesis) fazia você pensar em um milhão de coisas enquanto ele andava vagarosamente em sua direção….exemplo:

    Zumbi: Braaaaaaaaaaaiiiiiiiiiinnnn!!!!
    você: o que eu faço? atiro ou melhor me desviar?
    Zumbi: Braaaaaaaaaaaiiiiiiiiiinnnn!!!
    você: eu atiro ou não?, eu atiro ou não?,eu atiro ou não?,eu atiro ou não?,eu atiro ou não?
    Zumbi: Braaaaaaaaaaaiiiiiiiiiinnnn!!!
    você: eu atiro ou aaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhggg!!(morreu!) uahuahauhauahahauh!

    perceberam o drama? era assim que qualquer noob de RE se sentia ao ver um zumbi naquela época. e isso era ótimo! e no RE5..os zumbis correm e usam armas….fala sério. da minha galera aqui da rua,só eu acho um absurdo um zumbi correr mais do que bandido do Bope. e o morto vivo saber usar uma metralhadora giratória? ABSURDO!!!

    e nem tem mais os momentos de tensão. tipo, quem que jogou qualquer RE e via um corredor com janelas,já imaginava: algo vai sair da-li. e o pior que saia mesmo(:)). nesse jogo não tem isso, pelo menos até a parte que eu joguei e os zumbis. em vez de vir um ou dois em cima do jogador, trinta ou quarenta aparecerem como fila para pegar o metrô. se esperavam que os gamers sentissem medo disso, não funcionou,pelo menos para mim.

    • Tiago Steel disse:

      Pois é Leandro RE foi uma das séries que mais mudou…pra PIOR, realmente uma lástima já que conheço e gosto desta série desde quando a conheci, não cnsigo suportar essas “inocações” como zumbis ageis e expertos e essa jogabilidade de game de tiro em terceira pessoa, gostava muito mais da fórmula antiga era realmente mais tensa e aterrorizante ( apesar de que ainda assim perdia pra Silent Hill ), mas não a nada que possamos fazer, a capcom aparentemente já percebeu que hoje em dia isso faz sucesso então…

  3. Silent Hill

    confesso que pelo meu medo de games de terror, não joguei o primeiro game da série. eu só fui encarar um SH quando tinha um PS2 aqui em casa. e foi com a Heather Mason(que eu e meu irmão já sabiamos que era a Cherly Mason, a filha bonitinha,fofinha,totosinha e lourinha do heroi do primeiro jogo). que desbravei o SH 3, o mais foda da saga. e para quem eu achava ser uma cópia de RE, SH tinha um elemento que o diferenciava,assim como você falou: TERROR PSICOLÓGICO.

    em RE, eu não dava muita bola(e nem dou) para a história. para mim o jogo se resume a matar zumbis e só….

    já em SH 3, se abriu um monte de perguntas sobre o enredo do jogo e de uma franquia que nem me interessava a princípio. bem antes achar que Clock Tower era a coisa mais apavorante que havia jogado,SH 3 estava no topo da minha curta lista de games que havia visto. e foi o primeiro game de horror que tive que acompanhar,meu irmão estava jogando e eu não ia deixar a Heather/Cherly(preferimos chamar ela de Cherly Mason aqui em casa) morrer. eu fiquei traduzindo o jogo inteiro até o final. e graças a deus,fizemos o final bom.(já que quase impossível fazer o final ruim na primeira vez que joga)

    esse SH 4 The Room foi realmente bom,eu achei. não chegava ao nível do SH 3, mais era diferente. um carinha bonitão e deprimido(como um cara bonito pode ser deprimido?) se isola no apartamento e quando resolve sair, descobre que está preso no local. quando eu comprei esse jogo aqui em casa, a galera trouxe pizza,pipoca,galeto,a namorada do meu amigo Lucas e fomos desbravar o SH 4. e claro, jogamos a noite…imagine o meu medo.

    apesar de achar a história diferentona da saga, onde um assassino maluco acha que o apartamento do Henry é a mãe dele.(!!!???) achei o joguinho bem fraco mesmo. os desafios eram pífios e os bichos não davam tanto medo, exceto os irmão gêmeos sianeses na fase da prisão e os fantasmas que praticamente são imortais.(dica: na fase do apartamento, se você encontrar o Walter Sullivan sentado nos degraus de uma das escadas,NÃO ACEITE A BONECA QUE ELE TE OFERECE!!! ou os fantasmas irão persegui-lo com mais vontade por acharem que você é o Walter)

    meu amigo medroso Lucas(aquele que baixou Clock Tower e não jogou) quase zerava ele. só não chegamos mais longe devido que o cd travava na quando passavamos da parte do hospital.

    e esse Homecoming…

    eu achei mais do mesmo.foi um dos primeiros games a serem baixados no PC daqui de casa. mas, sei lá, aquele Alex,não me passou a impressão que ele é o heroí do jogo. e sem falar que o game tem um defeito fatal. toda vez que salvamos o game e iniciamos num outro dia, o controle tanto do teclado quanto o do joystick pira,revertendo os botões e comandos e nem adianta tentar configurar. fica injogável.

    mas ainda acho que a franquia SH se saiu melhor do que RE nessa nova geração. tanto que espero esse SH Downpour ansioso. bem diferente do RE 6, que promete encerrar a saga de vez.(ah,tá.senta lá Claudia!)

    • Tiago Steel disse:

      Cara eu amei Silent Hill 4, e olha que isso veio de um cara que até então era fã fervoroso da série ( Eu XD ), tudo no game pra mim era perfeito ( tirando os inimigos menos assustadores ), gostei dos cenários, do enredo, da maioria dos personagens, e da sensação de angustia do protagonista se vendo preso naquele apartamente que ficava cada vez mais macabro realmente um game perfeito.
      Aah…e sem a boneca do Walter você não consegue um dos melhores finais x)

  4. Dactar disse:

    O seu conceito potencia vs criatividade descrito no início do post eu poderia traduzir também como força bruta vs inteligência,parece que muitos jogos de hoje são projetados para evitar o raciocínio do jogador,isto independente do estilo do jogo.Não é uma generalização é claro.Mas acontece muito.

    Concordo plenamente quando voce citou o “cenário completamente ensolarado” em RE5,isso é um absurdo dentro do universo do game,foi quase um estupro estilistico no roteiro original da série.Violência pura com a maestria dos primeiros RE´s.

    No caso de Splatterhouse que voce citou sem se aprofundar nele, eu achei que a versão para PS3 focou muito em banhar a tela de sangue do que trazer todo aquele clima tenso e melancólico que o saudoso Splatterhouse do arcade ou Genesis tinha,é uma pena.

    • Tiago Steel disse:

      Falou bem Dactar, realmente a força bruta hoje em dia está levando vantagem na industria gamer, os programadores dos jogos criam games com gráficos tão fantásticos e cenas tão empolgantes que não querem frustrar aquele jogador que não é tão hardcore mas quer terminar o game mesmo assim.
      Quanto ao Splatterhouse, eu tenho a versão do Xbox 360 e te digo uma coisa…a melhor coisa do game é que ele vem com os 3 primeiros titulos inclusos…e a pior coisa é que precisa terminar o game para abrir todos. Adoro a série clássica Splatterhouse, pretendo fazer uma matéria em breve, abraços cara e visite aqui sempre que possivel, será bem vindo.

  5. todos dizem que Final Fantasy VII é o melhor de todos e o Final Fantasy XIII o pior!!!
    ……………………
    ……………………..
    ……………………

    é brincadeira certo?
    é zoação?
    Você não vai com a minha cara?(Quico mode on)

    foi mal pelo ataque de um gamer indignado Tiago. mais poxa,você não curte FFXIII?(assim como 98,99% do planeta)

    já joguei os principais FF (exceto aquela porcaria de FFVII), incluindo o excelente FF Tatics. cada um tem seus prós e contras.(muitos mais prós) com histórias emociantes,casais épicos e tudo o mais. mas não consigo entender porque tanta gente odeia o FFXIII. vou tentar dar os meus motivos para achar o FFXIII o mais foda já feito…tá bom, nem tanto assim.

    o game é linear….

    ao contrário da maioria que achou isso um sacrilégio a saga Final Fantasy, eu achei genial! sejamos francos, a não ser que você não tenha uma vida social,um detonado do lado e ser fluente na língua inglesa. você não vai saber onde ir num mundo gigantesco de rpg, senão vai na base do chute até achar. e olha que conheço gamers que jogam e sequer sabem o básico de inglês. no máximo….

    THE BOOK IS ON THE TABLE..

    e isso do jogo de ser Linear,vai poupar sidequest. uma coisa que odeio em Rpg é as sidequest. quem tem um detonado do lado,mas tá seco de enfrentar o chefe final e zerar de uma vez. o detonado avisa que tem aquele tal item para se pegar num lugar tal, geralmente é um item. nos descabelamos para conseguir a quest e guardamos o valioso item/arma para a batalha final do game, e descobrimos na pior hora possível que aquele item é inútil no chefão final.(vulgo o “poderoso” machado de Lacônia em Phantasy Star 1)

    os personagens não adquirem mais level….

    falem a verdade, todos nós adoramos rpgs. mas o que torna eles insuportáveis, é ficar grindando níveis. quem acha incrível ficar mais de 8 horas num só lugar apenas para vencer um chefe e ainda sim vai ser pedreira de derrota-lo? e não exatamente os personagens não evoluem,mas suas armas sim, o que é o correto . ou alguém conseguiu vencer FFVII o jogo inteiro e Sephiroth com a primeira espada do Cloud? e isso já vai poupar muitoo tempo já que pode se seguir na história mais rápido.

    não há cidades no jogo…

    parece que no segundo CD(infelizmente só cheguei no começo, porque o maldito CD do XBOX travava….pôneis malditos!!) Lightning e os outros personagens acabem em Pulse, o mundo selvagem e hostil de FFXIII. para mim, Pulse, um lugar cheio de monstros perigosos, não tem lugar para uma cidade com itens e armas. se bem que tem a cidade da Baunilha/Vanille e Yun Fang, Oerba Village. tá bom que a aventura fica meio solitária sem uma cidade para interagir,mas lembre-se que eles são perseguidos pela Psicom e a ultima coisa que eles querem é serem descobertos. então faz sentido para mim não haver cidades. e sem falar que os cenários como florestas,campos,montanhas e a cidade natal de Hp(Hope) são lindas por si só por exemplo.

    em batalhas, você apenas controla um personagem…

    a parte boa é que você deve se preocupar apenas com seu personagem. mas nem tanto, já que tem de cuidar dos companheiros da equipe. admito que esse é uns dos contras aqui. cara, se o líder cair em combate, é game over…cara, os caras do grupo são incapazes de reviver o líder? a Square errou feio aqui.

    batalhas onde se usam realmente os GF/SUMMONS…

    talvez um maiores burradas em FFXII no PS2 é ser possível zerar o game inteiro e sequer precisar usar uma Summon em batalha de tão fácil que o game é,no máximo a gente tem que usar o Belias para abrir certas portas. eu mesmo acho FFXII fraquinho em história, mas é bom no resto. já em FFXIII as batalhas são ferradas.dignas de batalha final(experimente enfrentar a planta mutante com Lightning e Hope) e claro, usar Odin(fodão!!) é essencial para vencer. e para usar novamente a invocação demora muito,acresentando estratégia ao combate,bem ao estilo de FFVI. e eu gostei como cada personagem consegue o seu GF. sem falar que desde Shiva Sisters do Snow até o Bahamut da Yun Fang são literalmente transformers. o que é incrível ver as invocações de outro angulo.

    os personagens….

    se comparado aos heroís de FFXII, onde eram sem sal e não tinham carisma,(embora adore a Ashe,Fran e Basch) em FFXIII, não tem como reclamar do carisma dos mesmo. o confiante Snow e a insuportávelmente açucarada Baunilha/Vanille já fazem você querer jogar o jogo. eu gostei de todos. Hope com aquele visual de Restart Emo, Sazh e as suas trapalhadas com aquele chocobinho em busca do filho Dahj, a magrela da irmã da Lightning,Serah.,Yun Fang sempre…(como nem cheguei a pegar a Yun Fang no jogo,não posso dizer como ela é…Maldição!!!) e claro, a linda,maravilhosa,soberba,incrível,titânica,Deusa,malvada,mulher-macho,mulher maravilha,voa melhor do que o superman,bate mais do que o Anderson Silva e o Minotauro juntos,tem o penteado rosado mais sexy dos games,dona do meu coração,fodástica(adoro mulher malvada) e porta uma Gunblade….

    Claire Farron,codinome: Lightning. a segunda heroína a protagonizar um Final Fantasy.

    admito que se não fosse pela Lightning, eu acharia FFXIII uma bosta também. só por causa dela, eu jogaria FFXIII para todo o sempre…

    esses são os meus motivos para idolatrar esse game. pena que não zerei…mas sou brasileiro e não desisto nunca.

    • Tiago Steel disse:

      Cara, você tem todo direito de ter adorado FF XIII, tenho um amigo igual a você que adorou e terminou o game, porém eu gostava muito da fórmula antiga de FF, como um mapa para se explorar, vários equipamentos e etc, FF XIII deturpou muito aquilo que eu aprendi a gostar, e ao contrário de você eu já gosto de um mapa enorme pra me perder e tambem de sidequests, acho que tudo que é colocado pra prolongar o game é válido, as pessoas que comprarem seus games originais querem algo pra fazer após termina-lo, quanto a ser linear, acho que algo linear vai contra o propósito de qualquer RPG, já que foram derivados do popular game de mesa onde a liberdade dos jogadores é praticamente infinita…veja você o game Elder Scrolls IV:Oblivion, o game é imenso, o mapa enorme, sidequests quase ilimitadas, itens e equips que dariam uma bíblia praticamente…e nem por isso eu não zerei ele…e tenho vida social, apenas fui jogando moderadamente, fiz a quest principal e fui me divertindo explorando o mundo e cumprindo as sidequests que por sinal eu adorava. Por fim acabei terminando o game, fiz quase tudo que tinha pra fazer e ainda terminei a expansão depois…isso levou muito tempo? Sim levou um bom tempo já que eu não jogava o dia todo, mas com umas duas ou três horinhas de jogo por dia consegui juntar umas 100 no total só me aventurando naquele jogo e admito…não ia gostar nenhum pouco se os programadores quisessem empurrar em mim um RPG só por causa da história…teria sido melhor terem feito um filme então.
      Mas como eu disse, respeito tua opinião, até por quê você não é o único que conheço que acha FF XIII uma maravilha, porém eu sou do grupo dos que odiaram hehehe.
      Abraços cara e continue sempre dando sua opinião!

  6. leandro(leon belmont)alves disse:

    não meu, cê me entendeu errado. eu não disse que você não tinha vida social,todos nós temos uma. tanto para mais ou menos movimentada. foi mal se ofendi 😦

    o que eu queria dizer é que é mais fácil curtir esse FFXIII mais de uma vez por ser linear, do que qualquer outro rpg. tipo: quantos vezes um gamer pode zerar FFVII por exemplo?

    se o cara for beeeeem fã. muitas vezes certo? mais e o tempo que ele ocupa? eu nunca joguei o FFVII.(graças a Deus) mas deve ser mais de 100 horas de jogatina, e isso dependendo do jogador pode levar semanas, meses, e até mais de um ano para zera-lo. um exemplo de rpg curtinho é o Phantasy Star 1. se o cara quiser, o gamer zera em um unico dia,como o Gagá fez na Gateza do Algol. eu mesmo levei um mês para termina-lo e estou jogando ele novamente, pois a experiência foi boa. sem falar que se pode se aprofundar mais no enredo. custava um fazer um Final Fantasy curtinho e cativante para variar?

    fiz essa pergunta em outro site de retrojogos e alguns leitores do site concordaram comigo.

    como eu não zerei FFXIII(mas que !@!$@#@, maldito cd 2!) eu não tenho uma estimativa. mas de acordo com matéria em sites, da para ir zerando em 60 horas de jogo.(mais ou menos 2 meses, se o cara jogar de 4 a 5 horas todo dia) outro game curtinho que parece que quase ninguém se importou foi, Chrono Cross.

    esse game foi uma febre aqui no Recife nos anos 2000 a 2001. toda locadora da cidade tinha pelo menos 2 cópias do cd, todo mundo queria zerar para ver o seu fim e aqueles que zeravam, não contavam o final nem sobre tortura. eu não joguei na época devido por estar zerando FFVIII e levei mais de um ano para zerar. porque não tinha PS1 e ia nas locadoras para jogar. mas eu via os caras jogando e era mais simples do que FFVIII devido que não precisava grindar, bastava seguir em frente para a história desenrolar. e eu só vi o fim do game aos meus 25 anos atuais,(na época da febre tinha 15) e admito que era mais fácil e divertido ter zerado ele na época da febre. e ainda o pessoal jogava novamente apenas para ter todos os personagens.

    FFXIII por ser linear, seria mais divertido termina-lo por ser curto e os gamers o rejogariam uma segunda vez.

    • Tiago Steel disse:

      Relaxa Leandro não me ofendi não cara, apenas ressaltei que mesmo tendo vida social é possivel se divertir com games grandes e de muita liberdade, como eu te disse acho que o RPG quando é linear demais perde o significado, RPG’s são sobre liberdade de escolha do jogador.
      Quanto á curtir o game mais de uma vez, eu já não tenho muito tempo nem para zerar os que gosto, imagina termina-los mais de uma vez…eu prefiro investir meu tempo em algum dos que estão largados incompletos entende? Mas quando o game tem sidequests até anima mais por que não vai estar jogando tudo de novo….embora eu tenha terminado Chrono Trigger umas 8 vezes XD
      Quanto a Chrono Cross, me lembro de um amigo te-lo na época do PSx…mas eu torci tanto o nariz por ser fan boy de Chrono Trigger e ter visto que o game não tinha NADA a ver com o do SNES que nem dei chance pra ele…apenas joguei algumas horas e larguei de raiva…queria uma continuação direta de Chrono Trigger na época…com ilustrações de Toryiama e tudo mais…mas vejo tanta gente elogiar Chrono Cross que um dia ainda o termino só pra ver o que esse game tem…
      Continue sempre opinindo cara pois é sempre bom ver o ponto de vista de uma pessoa que gosta de algo que não gostamos e vice versa XD
      Abraços!

      PS: Eu adoro FF VII

  7. questgamer disse:

    Olá Tiago e Leandro,

    Vou entrar aí de penetra (no assunto FFXIII), blz?

    Então, Eu não sou do tipo de cara que zerou todos os FFs, até mesmo porque eu fui pegando os que mais gostava, me baseando em imagens, vídeos, revistas… eu sempre analisei muito essa série pelo fato de nunca ter tempo (droga…), eu sempre quis completar o FFVII, o .Hack G.U…

    Com relação ao FFXIII, eu cheguei ao 3º CD, porém não finalizei como gostaria (maldita atualização da microsoft), Cara eu achei esse FFXIII excelente, também sou meio contra esse pessoal que diz não gostar dessa versão, como é o caso das 98,99% da população mundial segundo nosso amigo Leandro. Poxa, o final fantasy 13 possuí gráficos excelentes, hitória fantástica… tudo bem que a jogabilidade não agrade muita gente, mas acho que isso já é por causa da mídia. A mídia foi lá e publicou: “FFXIII, nós esperávamos mais!”, aí um “gamer vai com as outras” olha e diz: “é mesmo?….. hum, é mesmo!! (afirmando)”. Nisso ele já convence um amigo, que convence outro… logo, o mundo inteiro odeia FF13 por causa da mídia.

    Tenho um amigo fanático por jogos da Square Enix, principalmente o Final Fantasy… e ele sempre me disse que o 13 foi a melhor de todas, em todos os aspectos. Eu não não sou acostumado a ser tão rígido a ponto de criar classificações do tipo: “Ahh, FF7 é bom, então considero bom… FF13 é mais ou menos, então eu considero péssimo!”…

    Pra mim, assim como é pra todos os gamers, fiquei feliz, já era, isso que importa.

    Em muitos FFs, os cristais eram vistos mais como “save points”, ou itens… até que enfim recebeu seu reconhecimento merecido depois de 13 versões. Fal’Cie são criaturas criadas a partir de um cristal, e consequentemente, quem é marcado por um Fal’Cie, é considerado um l’Cei e recebem uma marca, do tipo uma mancha no corpo (ahh Serah, ela tem a manchinha mais bonita), ENFIM, cada l’Cie tem uma missão que a própria criatura delimita e com tempo estimado. Então, sem essa de “VAMOS SALVAR O MUNDO”, ou “O MUNDO CORRE PERIGO”, de fato estamos falando de tu salvar a própria pele, é matar ou morrer, e é claro que o jogo tem seus conflitos civis, e as personagens principais se preocupam em salvá-los em alguns pontos do jogo.

    Os l’Cie ganham a habilidade de invocar Eidolons (é igual Summons para FF12 maníacos), mas existe um porém, se um l’Cie morre antes de completar a sua missão, ou não conseguir concluir a missão a tempo ela se torna um Cieth.

    [HISTÓRIA DO JOGO (DVD) TRADUZIDA]
    Alguns (treze) séculos atrás, um fal’Cie construiu um paraíso para a humanidade: a cidade de Cocoon, que flutua acima da superfície do mundo conhecido como Pulse. Ambos Pulse e Cocoon têm os seus próprios fal’Cie. O fal’Cie de Cocoon criou formas de vida e máquinas para os seus habitantes usar, e assim a humanidade floresceu. Ao longo do tempo, o povo de Cocoon começou a temer pela segurança do seu mundo, e achavam que ele seria derrubado
    do céu para o inferno que Pulse era.

    Nos dias atuais, Pulse tem efeitos estranhos nas pessoas. No entanto, como o Snow leva a Team Nora numa tentativa em vão de parar a revolta dos civis, a misteriosa Lightning luta à sua maneira contra soldados da PSICOM para encontrar o fal’Cie de Pulse com a ajuda de Sazh. Através de uma cadeia de acontecimentos, estes três, juntamente com dois exilados, Vanille e Hope, são escolhidos pelos fal’Cie de Pulse para se tornarem l’Cies e, com isso, tornam-se inimigos da humanidade uma vez que a sua missão é destruir o mundo.

    Viu só? Não é só o FF7 que tem história. Com excessão dese meu amigo, e do Leandro é claro, todos os fanboys do FF tem como referência o sétimo da franquia, como o melhor de todos… Concordo em parte, pois o FF7 tem uma ótima história, no entanto meu voto sempre ficará para o FF13 (a não ser que saia um melhor =D ).

    Agora, referente ao ponto de vista dos outros games citados, nunca fui fã de RE, no entanto acompanho as notícias sobre a franquia e tudo mais, receio que os fãs do jogo ficaram muito putos com o lançamento do RE5, e o mesmo para o Silent Hill, embora acabam se tornando quase que o mesmo em comparação com o FF13, ainda existem os “loucos” que preferem as versões mais recentes.

    Bom, diálogos a parte, Tiago, continue postando excelente matérias cara, realmente, tá cada vez mais excitante (no sentido sexual não pq vc já tem namorada) ler seu blog manolito. Parabéns, mais uma matéria fodástica.

    • Tiago Steel disse:

      E ai velho, tudo beleza? A questão é que FF XIII sempre vai dividir opiniões assim, muita gente vai gostar dele, e mais gente ainda não, muitos destes que não gostam são os que adoravam a série antes dela mudar tanto capiche? Não que o jogo seja de todo mal, ele é um avanço técnológico incrivel, mas para algumas pessoas ( como eu ) isso não é o suficiente pra considerar um game bom ou não.
      Pra mim FF só voltará a ser bom se um dia voltarem as raízes….enquanto isso será só um pseudo-RPG linear e com uma estória confusa…fora que odiei o sistema de batalha dele tambem…mas acho que esse papo de FF já chegou aonde devia né? XD
      Abraços!

  8. Kidy x_fire disse:

    E aí cara blz? Meu, este FFXIII linear na minha humilde opinião abandona as origens de exploração de cenários interatividade e varios outros pormenores dos antigos e bons RPGs. Resumindo ta mais pra um adventure/action do que um rpg. Outro detalhe o game ta mais ”assistivel” do que jogavel.

    • Tiago Steel disse:

      Exato Marcelo, a série FF passou a estuprar o significado de RPG, olha só um “RPG” onde não exploramos o mapa ( a não ser muito tarde no jogo ), que não nos brinda com side quests ou equipamentos, alias equipamentos é algo que praticamente não existe em FF XIII, não há baus para se encontrar novos ítens, nem mesmo cidades com shops, tanta preguiça ( ou vontade de só mostrar a estória do jogo ) fez os programadores jogar os “shops” dentro dos save points….o jogo é completamente rídiculo no que diz respeito a ser um RPG.
      Abração velho!

  9. Lucks disse:

    O post é bem legal. Só não concordo em dizer que o último jogo decente do Sonic foi o Adventure. Apesar de não ter jogado ainda o Generations, posso garantir a qualidade do Sonic Colors, tanto de DS e principalmente de Wii. Se não experimentou, eu recomendo e muito!!!

    • Tiago Steel disse:

      E ai cara beleza?
      Eu joguei sim Sonic Colors, só que apesar de achar que ele não é um game ruim, ainda prefiro o Sonic Adventure, o problema do Colors para mim foi aquele esquema de aliens para se passar de algumas partes e puzzles, acho que aquilo foi meio desnecessário.

  10. JamesR disse:

    RE4 é jogaço, mas RE5 é tenso mesmo, o Chris devia ter maneirado no A.D.E.
    Quanto a SH, na minha opnião e último jogo decente foi o 3, no 4 começou a desandar.
    E no Sonic, a merda começou com Knuckles Chaotix, em 1994(!), Sonic Adventure foi o último prego no caixão do ouriço.

    PS: faltou bomberman do Xbox 360, caso você não tenha jogado, nem queira xD

    • Tiago Steel disse:

      E ai James, tudo beleza cara?
      Realmente RE4 é um jogão, apesar de que depois de ter terminado-o pela primeira vez e ter jogado novamente achei meio repetitivo o cénario, Silent Hill eu gostei muito até o 4, na verdade mais do que do 3 XD
      Knuckles Chaotix acho completamente sem sal aqueles personagens todos, realmente foi onde começou a desandar, mas não dava pra imaginar que ia desandar TANTO até chegar no ponto em que esta hoje…Bomberman do Xbox 360 eu não joguei portanto não comentei porém já vi muitas imagens e videos principalmente quando ia ser lançado…aquilo é tão ruim, mas tão ruim cara…que acho que nem comentar valhe a pena hahahaha! Abraço chapa!

  11. Kidy x_fire disse:

    Ta sumido hein cara? um abraço

  12. Vc se esqueceu de outras cinco séries importantes:

    Prince of Persia – a primeira trilogia teve o TERRIVEL Prince of Persia 3D e depois foi ressucitada com o lindo Sands of Time… Para depois ter o péssimo “reset” no Prince of Persia do PS3/360

    Castlevania – Vitima do IGA ser uma besta quadrada e do Hideo Kojima (de Metal Gear) não se contentar em estragar uma série, mas sim DUAS. Castlevania Judgment foi um lixo, aí ele chamou o Hideo para ajudar no Lords of Shadow e foi uma porcaria. Ele resetou a série e criou um God of War com um cara chamado Gabriel Belmont, que usa uma roupa de Blood Elf de Warcraft e que a esposa foi morta. Em uma hora no demo do jogo ele monta em uma Epona clubber e encontra uns deuses pagãos antigos na floresta. E pra completar.. *SPOILERS ADIANTE* O chefe final não é Dracula, mas sim Satan. Depois de dois DLC pagos, o BELMONT que vira Dracul

    Metal Gear – Com bons jogos desde a época do NES, o do PS1 foi o melhor da série. Os dois títulos do PS2 são bons também mas o do PS3…. O que diabos o Hideo estava cheirando? Ele mesmo admite que não faz nem ideia do que fazer com a série agora, mas tá tocando o barco

    Soul Edge/Soul Calibur – Soul Edge era um excelente jogo de luta, Soul Calibur foi ótimo mas era do Dreamcast e até hoje só ganhou uma versão para o iOS então já viu. O 2 e o 3 foram excelentes, mas aí no 4 por alguma razão resolveram meter personagens de Star Wars. E no 5 jogaram as histórias de todo o mundo fora, não tem final no modo arcade e você é obrigado a aguentar um cara metido a paladino berrando “I AM JUSTICE!” enquanto dá bola fora.

    E por fim….
    Tekken – Era ótimo até o 3. O Tekken Tag até se salva por não ter pretenção nenhuma. O resto… Por que, Namco, porque???

    • Tiago Steel disse:

      E ai Marilia! Realmente eu acabei deixando algumas séries de fora sim, mas Prince of Persia por exemplo, eu resolvi não comentar pois nunca fui muito fã do jogo e desse modo também tive pouco contato com as versões 3D…porém eu gostei muito do II ( continuação de Sands of Time ) mas não joguei os que vieram em seguida…vou tentar dar uma chance a esta série agora que me lembrou XD
      Castlevania Lords of Shadow é muito fraquinho e realmente um Castlevania totalmente sem sal porém eu não curto NENHUM dos Castlevanias em 3D…só não inclui a série nesse post pois as versões que saem para portateis como o DS ainda conseguem ser ótimos games então achei que estaria sendo injusto XD
      Metal Gear é uma série que eu admirava muito, até mesmo o de Game Boy era um excelente game, porém eu odiei o Solid 2 do PS2…e acabei adorando o 3 ( Snake Eater ) para em seguida ser surpreendido por aquela coisa que muitos amam chamada Metal Gear Solid 4…prefiro nem entrar em detalhes mas só a jogabilidade já me deixa decepcionado…e só sendo fanboy demais pra achar que MGS4 foi tão bom quanto o 3…porém ainda é cedo para dizermos que a série foi “estragada”…veremos mais adiante.
      Quanto aos demais citados a Namco ( Bandai-Namco ) é uma das vencedoras em produzir games caça-niqueis…eles se aproveitam muito da fanbase instalada de seus games e saem por ai lançando coisas inacabadas ou bizarras…porém realmente meu cerébro deu um nó quando ví os personagens de Star Wars em SC 4…fazer o quê.

      Valeu por mais um comentário, é sempre bem vinda!

      • Então, o primeiro jogo q eu zerei na vida foi o Prince of Persia do PC, o primeirão, então já viu. O segundo foi bom, teve uns troços legais e o 3º (o primeiro 3D) era tudo que NÃO se deveria fazer. Hoje em dia eu não sei se tenho + capacidade de jogar os antigos.

        Depois do Lords of Shadow saiu o Harmony of Despair. Ele é “bom”, mas é um caça-niques purissimo: não tem um só material novo, só juntaram tudo dos jogos de DS (e quando digo ‘juntaram tudo’, eu digo “mesclaram um monte de fase em um troço só”) e abraço. Mas o multiplayer é ridiculo de divertido pra jogar, principalmente com headset. O objetivo do game é acabar as fazes o mais rápido possivel e colecionar drops (e os melhores drops só nos DLCs pagos)
        Só tem duas coisas que prestam nos Castlevania do N64: Cornell (pq ele É um personagem legal) e,,, ESQUELETOS MOTOQUEIROS. São hilários (e uma ótima sacada). Fiquei triste quando tiraram a Sonia do canon :/

        O MGS2 eu até entendo de colocarem outro personagem como principal, mas tinha que ser algo tão tosco como o Raiden? Depois ele resolveu virar macho, oq foi aquilo?
        Quando eu vi aquela fase que só é gráfico e vc joga indo em linha reta no MGS4 logo no começo eu pensei “Putz, não. Tchau”.
        De ver aqueles cabelos de “free download” em Silent Hill Homecoming, gengivas bizarras e aquela história estilo “Vc viu um pirralho por aí?” somado com “eu acho q tenho amnésia” eu tmbm desisti do jogo.

        O SC4 se não tivesse personagem de Star Wars e colocassem aquele modo história para personagens customizados q teve no 3 ia ser ótimo. O SC5 só tem o modo história do Patroklos, o filho IRRITANTE da Sophitia (só mesmo o Siegfrid para ter paciencia com um infeliz destes, ele foi QUASE tão mala no Soul Calibur Legends). O jogo só valeu a pena por momento : Patroklos falar na cara do Siegfrid que o Nightmare não existe e é história pra assustar criancinhas ou gente idiota (e adivinha quem o mala encontra logo depois em uma cena q vc fica “bem feito! Tooooma trouxa”?)
        Melhor eu nem comentar sobre a filha bastarda (desculpa, não tem palavra melhor, é no sentido verdadeiro mesmo) da Taki com o Naruto.

  13. Tiago Steel disse:

    E eu que fiquei doente de vontade de jogar o Harmony of Despair justamente pelo jeito como fizeram o multiplayer dele…pena que não tenho live ( não sou do tipo que curte taaanto jogar online como o resto dessa geração… ).
    Os esqueletos motoqueiros! Aquilo era muito Heavy Metal hahaha! Com certeza eu também curtia muito aqueles inimigos! Quanto ao Cornell o que eu achava legal nele era o fato de virar lobisomem…algo bem diferente na franquia.
    O problema com Metal Gear Solid é a mania do Kojima de ser metido a diretor de cinema…ás vezes ele meio que esquece que tá fazendo um jogo.
    Soul Calibur 5 ainda to na decisão se pego ou não, parece um game legal….mas minhas experiências com a série após o 3 não foram muito boas…o modo Story do 4 é uma desculpa deslava pra ser chamado de Story Mode.
    Uma última coisa que acho interessante comentar após ler esse seu último comentário…, Nightmare é meu personagem preferido então acho que vou adorar essa ceninha ai que você disse hahaha XD

  14. Thiago Henrique disse:

    Nossa quanta besteira em primeiro lugar nao tem nada de errado com resident evil 5 , só porque esta a luz do dia e nao tem zumbis e seila uq mimimi docinho caramelado,, jogo muito bom , fora o silent hil melhor que Resident evil.. loww no coments,, e pra feixar com chave de merda FINAL FANTASY 9 FOI O ULTIMO FF DECENTE!!!!!!!! Vai se lasca na onde é melhor do que X? PQP.. sem conta o 12 que é muito bom tambem,, começou a decair do 13 em diante , onde nao existe estrategia nao existe carisma nao tem inimigos interessantes ..
    Fala muita besteira esse blóg

    • Tiago Steel disse:

      O choro é livre cara, o blog é meu, e eu falo o que quiser. Se não quer ler besteira vá ler um blog leite com pêra que baba ovo para games recentes, garanto que a maior parte da galera que comentou em quase todos os outros posts concordaram com o quê eu disse.
      Deu pra ver que você deve ter crescido jogando um PS2, pois é unanimidade que todo jogador que conhece as série RE sabe que ela decaiu. Não são apenas os jogadores, a mídia também. Eu não me importo se o gameplay do RE 5 é bom ou não, ele foi um chute pra fora do gol, indo totalmente contra o que a série era no começo. Agora, se você não conheceu os primeiros games da série, não deve ter critério algum pra comparar.
      Continuando, Silent Hill é melhor que RE em termos de terror…o terror de Resident Evil é B, com B maiúsculo de biológico. Silent Hill é um terror psicológico e anos luz a frente do da série RE, agora se a sua mente não consegue entender o enredo da série ai provavelmente é melhor ficar com os enredos de soldadinhos de força táticas contra zumbis de laboratório. Silent Hill exige que a pessoa tenha o mínimo de inteligência e mente aberta.
      Final Fantasy X é uma novela cara, aquilo não é RPG, vá pra frente e assita um filminho. Mais uma vez você se queimou ao tentar defender aquele filme interativo chamado de jogo, se tivesse falado o XII logo de primeira que ao menos tinha um gameplay decente eu tinha até dado bola, mas se prestou a falar do X antes.
      E pra finalizar, olha acho que você cai nos 1% de pessoas que não gostaram de algo aqui, já te adianto o blog é sobre retro games, eu não sou um apreciador geral de games recentes, prefiro os mais antigos. Se você vir aqui esperando ler coisas boas sobre jogos que estragaram franquias que já foram boas um dia, esqueça jovem gafanhoto. Recomendo que continue lendo Kotakus da vida. Quanto ao “blog” falar muita besteira, eu escrevo o que quero e não recebo nada pra isso, faço por quê gosto e por não ter mamata alguma eu falo o que penso também, então se não está satisfeito é só fechar a aba e pular pro próximo amigão.

Deixe uma resposta para Tiago Steel Cancelar resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s